Igreja Católica, Instituída Paróquia Em 1999, Pertence À Diocese De Jequie, E Fica Situada Na Cidade De Itaquara-Ba, Praça Da Matriz, S/N - Fone/Fax (073) 3543-2222. Aqui você encontrará sempre as novidades de nossa Paróquia e a cobertura completa de nossos eventos! FIQUE LIGADO. SIGA-NOS!!! Deus nos abençoe!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Santa Ceia - Instituição e Renovação dos Ministros Extraordinários da Sagrada Eucaristia e Lava Pés
Inicio da Celebração do Tríduo Pascal
Quem são os Ministros (as) extraordinário(as) da sagrada Eucaristia?
O ministro extraordinário da comunhão é, na Igreja Católica, um leigo a quem é dada permissão, de forma temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis, na missaou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer.
Chamam-se extraordinários porque só devem exercer o seu ministério em caso de necessidade, e porque os ministros ordinários (isto é, habituais) da comunhão são apenas os fiéis que receberam o sacramento da ordem. Na verdade, é a estes que compete, por direito, distribuir a comunhão. Por esse motivo, o nome desta função é ministro extraordinário da comunhão, e não da Eucaristia, visto que apenas os sacerdotes são ministros da Eucaristia, e a função dos ministros extraordinários da comunhão exerce-se apenas na sua distribuição.
Origem
Os ministros extraordinários da comunhão surgiram na Igreja Católica após o Concílio Vaticano II, como resposta à escassez de ministros ordenados, e à necessidade de pessoas que pudessem auxiliar os ministros ordenados na distribuição da comunhão em diversas circunstâncias, tarefa que para muitos se tornava demasiado extenuante devido ao tempo e esforço despendido. A introdução de ministros leigos que pudessem auxiliar na ausência de outros ministros ordenados teve como finalidade trazer mais eficácia e dignidade à distribuição daEucaristia.
Bem acolhida na generalidade, esta novidade, contudo, não foi bem aceite por muitos católicos tradicionalistas, que sublinharam a anterior disciplina de não permitir aos leigos, em absoluto, tocar no pão ou no vinho consagrado nem nos vasos sagrados que os contêm.
Preparação e designação dos ministros extraordinários comunhão
Os ministros extraordinários da comunhão devem ser escolhidos entre a comunidade cristã respectiva e devem ser pessoas idóneas e com boa prática cristã. Na maior parte dasdioceses, os candidatos, antes de assumirem as suas funções, recebem uma formação litúrgica e doutrinal que lhes permita exercer a sua função com a máxima dignidade e decoro.
No fim de tal formação, são admitidos pelo bispo às funções para que foram escolhidos, o que nalguns casos é feito numa celebração litúrgica. Normalmente, a função é atribuída por um determinado prazo, que geralmente pode ser renovado.
No entanto, para o caso duma celebração em que são necessários os serviços dum ministro extraordinário da comunhão e não se encontra nenhum na assembleia, pode ser designada nesse momento uma pessoa idónea que auxilie o presidente da celebração. O missal romano apresenta, para esse efeito, uma fórmula de designação eventual de ministro extraordinário da comunhão. Neste caso, porém, a designação desse ministro cessa ao terminar a celebração.
Funções
São estas as funções dos ministros extraordinários da comunhão:
- distribuição da comunhão na missa.
- distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem.
- administração do viático.
- exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis (mas não a bênção com o mesmo).
Todas estas funções devem ser realizadas em caso de necessidade, ou seja, quando não houver ministros ordenados disponíveis ou em número suficiente. Face a alguns abusos neste sentido, a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, de acordo com o Papa João Paulo II, declarou, na instrução Redemptionis sacramentum que "se habitualmente estiver disponível um número de ministros sagrados suficiente para a distribuição da Sagrada Comunhão, não se podem designar para esta função ministros extraordinários da Sagrada Comunhão. Em tais circunstâncias, aqueles que estejam designados para tal ministério não o exerçam. É reprovável a prática daqueles Sacerdotes que, embora estejam presentes na celebração, se abstêm de distribuir a Comunhão, encarregando os fiéis dessa função."
LAVA PÉS
O que significa o lava-pés?
O lava‑pés é, em sua essência, um costume tipicamente judaico, que está ligado à purificação. Para nós, cristãos, que já estamos purificados totalmente (Jo 13.10), basta lavar os pés. Mas pessoalmente não creio que seja no sentido de passar águas nos pés, mas em dois sentidos principais. Primeiro, no sentido de servirmos, nos considerando menores do que nossos irmãos (Jo 13.15‑17; Rm 12.10).
A importância do ato não estava em se colocar água numa bacia e lavar os pés daqueles homens, mas em QUEM estava fazendo aquilo. Se Ele chegou a fazer tal coisa, tendo que se curvar diante das Suas próprias criaturas, na condição de um Servo, o que não devemos fazer para imitá‑Lo. "Porque eu vos dei o exemplo, para que, COMO EU FIZ (e não o que eu fiz), façais vós também." (Jo 13.15).
O outro significado diz respeito ao nosso andar neste mundo. São os nossos pés que ficam em contato com o pó deste mundo, que se apega a nós. Quando um irmão vem me falar do Senhor e de como vale a pena segui‑Lo, sinto como se ele estivesse me lavando os pés. O seu ministério está tirando a poeira (as coisas deste mundo) que estava grudada em mim. Quão bom se tivéssemos mais deste lavar de pés com a água mais pura que é a Palavra de Deus! (Ef 4.26).
Eucaristia (do grego εὐχαριστία, cujo significado é "reconhecimento", "ação de graças") é uma celebração em memória da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Também é denominada "comunhão", "ceia do Senhor", "primeira comunhão", "santa ceia", "refeição noturna do Senhor".
O ritual
O evangelista Lucas registrou esse mandamento da seguinte forma: "E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. De forma semelhante, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança [ou Novo Pacto] no meu sangue derramado em favor de vós." (Lucas 22:19-20, e também Mateus 26;26-29, Marcos 14:22-25, I Coríntios 11:23-26).
Nesta manifestação as igrejas cristãs geralmente repetem o que Jesus Cristo fez na sua Última Ceia, antes de ser entregue às autoridades por Judas Iscariotes, conforme a narração dos evangelhos. Na ocasião, compartilhou com seus apóstolos pão e vinho, na época da celebração da Páscoa judaica (com pães ázimos).
Assim o pão usado na celebração, segundo alguns cristãos, é visto como o Corpo de Cristo sem pecado, que Ele ofereceu na Cruz (em romano stauros) como resgate. O vinho é Seu sangue derramado (ou seja, a sua vida perfeita), para remissão da humanidade condenada ao pecado herdado e morte.
Algumas religiões cristãs celebram a Ceia diariamente ou semanalmente. Algumas denominações cristãs realizam-na duas vezes ao mês, outras mensalmente, outras a cada dois meses ou anualmente (Testemunhas de Jeová e Congregação Cristã).
A passagem do pão e do vinho para o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo (transubstanciação) só é celebrada pela igreja Católica Romana. Na Igreja Ortodoxa é visto como mistério. No luteranismo como consubstanciação. Na tradição Reformada como real presença. Nas outras denominações protestantes de tradição do evangelicalismo acontecem apenas uma ceia, na qual o pão e o vinho não deixam de continuar sendo pão e vinho. A Eucaristia é quando a pessoa recebe o corpo e o sangue de Cristo.
A transladação do Santíssimo tem notícias históricas desde o século II. Mas o rito da adoração, na quinta-feira santa entrou na Igreja a partir do século XIII e foi difundindo-se até o século XV.
O que mais impulsionou foi a devoção ao Santíssimo Sacramento, a partir da segunda metade do século XIII, época em que o Papa Urbano IV decretou a festa de Corpus Christi para toda a Igreja (em 11 de agosto de 1264). Após a oração depois da comunhão da Missa, o Santíssimo é transladado solenemente em procissão para uma capela lateral ou para um dos altares laterais da igreja, devidamente preparado para receber o Santíssimo.
Antes da transladação, o sacerdote prepara o turíbulo e incensa o Santíssimo três vezes. Depois, realiza-se uma pequena procissão dentro da igreja. Durante a procissão, canta-se o "Pange Lingua", traduzido em português, exceto as duas últimas estrofes, que são cantadas depois da chegada da procissão na capela lateral, onde ficará o Santíssimo.
Após a transladação, a comunidade é convidada a permanecer em adoração solene até um horário conveniente. O significado é de ação de graças pela eucaristia e pela salvação que celebramos nestes dias do Tríduo Pascal.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Missa dos Idosos e Enfermos com Unção dos Enfermos
Significado de Unção dos enfermos
O que é Unção dos enfermos:
Unção dos enfermos é um rito cristão que consiste em ungir os enfermos com um óleo sagrado. Na Igreja Católica, o ritual é também denominado “Santa Unção” ou “Último sacramento”. A unção dos enfermos tem o objetivo de confortar o doente, perdoar os seus pecados e transmitir um sentimento de alívio espiritual e físico.
O ritual de unção dos enfermos segue as palavras do Apóstolo São Tiago, que diz: "Alguém de vós está enfermo? Chame os presbíteros da Igreja e orem sobre ele, ungindo-o com o óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o aliviará. E se tiver algum pecado, lhe será perdoado" (Tiago 5, 14-15).
A “Extrema-unção” é também um sacramento cristão, assim denominado por ser recebido pelos cristãos que estão em risco iminente de perder a vida. O efeito da Extrema-unção é preparar o cristão para um momento particularmente difícil da sua vida, em que irá enfrentar a morte e seguir em direção à vida eterna.
Na Igreja Católica, o sacramento da unção deve ser administrado por um sacerdote que pronuncia palavras de conforto enquanto unge o enfermo com o óleo abençoado.
Após a celebração tivemos um delicioso lanche fruto da partilha dos irmão da comunidade!
Obrigado a todos!
VISITA DO COLÉGIO CEI À IGREJA PARA REFLEXÃO SOBRE A PASCOA
Alunos e professores do CEI fizeram-se presentes neste momento de espiritualidade, refletindo sobre o VERDADEIRO SENTIDO DA PASCOA.
Momento de Louvor, após a reflexão e oração
Qual o verdadeiro sentido da Pascoa?
A palavra PÁSCOA significa "passagem", tanto para os judeus quanto para os Cristãos.
No sentido Judaico, a Páscoa (Êxodo 12:18,19; 13:3-10) é a comemoração da saída do povo de Israel da escravidão do Egito. Começa no décimo quarto, à tarde- isto é, no princípio de décimo quinto dia de Abide ou Nisã, com a refeição sacrificial, quando um cordeiro ou um cabrito inteiro era assado e comido pelos membros duma família com ervas amargas e pães ázimos (sem fermento); nessa ocasião o chefe da família contava a história da redenção do Egito. Os sacrifícios significavam expiação e dedicação; as ervas amargas faziam lembrar da amargura da servidão egípcia; os pães ázimos simbolizavam a pureza (Lev.2:11).
Para os cristãos (católicos e protestantes) a Páscoa simboliza a morte vicária (substitutiva, ou seja, Jesus morreu em nosso lugar para nossa redenção) de Cristo, bem como a promessa de ressurreição e 2a vinda (parousia). Segundo a fonte da Internet (www.zog.com.br) "em 325 d.C., o Conselho de Nicea, composto por membros da Igreja católica, criou a Tabela eclesiástica, baseada na "Lua Eclesiástica", imaginária. Na verdade, o Dia da Páscoa, e o primeiro Domingo depois da Lua Cheia Eclesiástica que ocorre após 21 de março, dia do Equinócio, que é quando o sol passa por sobre a linha da Equador. A Quarta-feira de cinzas acontece 46 dias antes da Páscoa, portanto, a Terça-feira de Carnaval, último dia da festa pagã antes da quaresma." Portanto a celebração da Páscoa é móvel de ano para ano (2000-em 23/04; 2001-em 15/04; 2002-em31/03; 2003-em 20/04; 2004-em 11/04; 2005-em 27/03)
Fica uma questão central: Qual o seu verdadeiro significado religioso e político da páscoa para hoje ?
Quando partimos destes pressupostos teológicos, podemos afirmar que:
1. A Páscoa tem o sentido de libertação. O maior ato de injustiça é a forma com que um ser humano subjuga o seu semelhante, através da escravidão. Hoje existem várias formas de escravidão: o salário mínimo de FHC de R$ 180,00; a obscuridade dos gastos públicos, bem como prestações de contas duvidosas (Quem sabe que com a Lei de Responsabilidade Fiscal isto possa ser modificado ?), a corrupção e impunidade nos altos escalões do Governo, a ganância pelos juros dos empresários sonegadores e corruptos, etc. Diante da falta de responsabilidade social dos líderes judeus de sua época, Jesus afirmou: "Em verdade vos digo que, quando o fizestes (injustiça social) a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes" Mat.25:40. E o destino destes que escravizam é o "fogo eterno". Mas aos pequeninos, disse Jesus: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." João 8:32
2. A Páscoa tem o sentido de ressurreição. Jesus disse que ele mesmo é a ressurreição e a vida (João 11:25). A ressurreição hoje é a possibilidade do operariado sair de seu flagelo social e ter uma condição digna de sobrevivência e quando as distribuições de riquezas são mais justas. Se nós pudéssemos reduzir a população do mundo inteiro a uma aldeia de 100 pessoas, mantendo as proporções de todos os povos existentes no mundo, esta aldeia seria composta desta forma: 57 asiáticas; 21 europeus; 14 americanos (América do Norte e Sul); 8 Africanos, 52 mulheres; 48 homens; 70 não seriam brancos; 30 seriam brancos; 70 não seriam cristãos, 30 seriam cristãos, 59% da riqueza no mundo seria possuída por 6 pessoas e todas elas seriam norte-americanas; 80 morariam em casas sem nenhuma condição de habitação, 50 sofreriam de desnutrição, 1 estaria para morrer, 1 estaria para nascer, 1 possuiria um computador, 1 teria concluído o curso superior. Para e pense sobre isto.
3. A Páscoa tem sentido de renovação. A Páscoa não é uma liturgia fúnebre, mas a Celebração da Vida e da Esperança Cristã. Jesus veio ao mundo para que tivéssemos vida e vida em abundância (João10:10), bem como vida eterna (João 3:16) "Se alguém está em Cristo, uma nova Criatura é, as coisas velhas já passaram e eis que tudo se fez novo" II Cor.5:15. Renovação hoje, significa condições mínimas de educação, saúde, trabalho e habitação.
Obrigado a todos os professores e estudantes do Centro Educacional de Itaquara, pela alegre visita a nossa Igreja para este lindo momento de espiritualidade, esperamos tê-los ajudados a sentir um pouco do Amor de Jesus por cada um de nós! E não se esqueçam: VOLTEM SEMPRE!!!
Nossa conclusão é uma oração:
"Ó Senhor, nosso Deus, dá-nos a graça de te desejar com todo o nosso coração; e que o nosso desejo nos leve a buscar-te e a encontrar-te; e que, encontrando-te, possamos amar-te. E que, amando-te, possamos odiar aqueles pecados de que nos redimistes." Santo Anselmo.
Leia mais: http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei6.htm#ixzz1r8SF1s2a
VIA SACRA PELAS RUAS AS 5:00h da manhã!
Porque os cristãos repetem a Via Sacra?
Via Crúcis (do latim Via Crucis, "caminho da cruz") é o trajeto seguido por Jesus carregando a cruz, que vai do Pretório até oCalvário. O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram mentalmente a caminhada de Jesus a carregar a Cruzdesde o Pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente à Paixão de Cristo. Tal exercício, muito usual no tempo da Quaresma, teve origem na época das Cruzadas (do século XI ao século XIII): os fiéis que então percorriam na Terra Santaos lugares sagrados da Paixão de Cristo, quiseram reproduzir no Ocidente a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa emJerusalém. O número de estações, passos ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações, no século XVI. O Papa João Paulo II introduziu, em Roma, a mudança de certas cenas desse percurso não relatadas nos Evangelhos por outros quadros narrados pelos evangelistas. A nova configuração ainda não se tornou geral. O exercício da Via Sacra tem sido muito recomendado pelos Sumos Pontífices, pois ocasiona frutuosa meditação da Paixão do Senhor Jesus.
Por “Via Sacra” entende-se um exercício de piedade segundo o qual os fiéis percorrem mentalmente com Cristo o caminho que levou o Senhor do Pretório de Pilatos até o monte Calvário; compreende quatorze estações ou etapas, cada uma das quais apresenta uma cena da Paixão a ser meditada pelo discípulo de Cristo:
- Estação: Jesus é condenado à morte
- Estação: Jesus carrega a cruz às costas
- Estação: Jesus cai pela primeira vez
- Estação: Jesus encontra a sua Mãe
- Estação: Simão Cirineu ajuda a Jesus
- Estação: Verônica limpa o rosto de Jesus
- Estação: Jesus cai pela segunda vez
- Estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém
- Estação: Terceira queda de Jesus
- Estação: Jesus é despojado de suas vestes
- Estação: Jesus é pregado na cruz
- Estação: Jesus morre na cruz
- Estação: Jesus morto nos braços de sua Mãe
- Estação: Jesus é enterrado
- Ressurreição: Jesus está vivo.
Existem diversas meditações de autores espirituais sobre a via crucis ou via sacra, dentre elas as que foram utilizadas em Roma, durante os últimos anos foram: Via Cucis com a Mãe, 2006; Via Crucis do card. Ratzinger, 2005; Via Crucis de João Paulo II, 2004; Via Crucis de João Paulo II, 2000; Via Crucis de Karol Wojtyla, 1976 e ainda são conhecidas as Via Crucis de São Josemaría Escrivá e a Via Cucis de Ernestina Champourcin, 1952.
Quando associado à Via Crucis, Jesus é especialmente venerado sob o nome de Nosso Senhor dos Passos.
Nossas caminhadas realizadas as 5:00h da manhã durante a Semana Santa
A participação vem crescendo a cada ano!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Missa dos Santos Óleos - Renovação das Promessas Sacerdotais
ENTENDENDO A MISSA CRISMAL
Primitivamente era na manhã de Quinta-Feira Santa, mas presentemente, por razões práticas, noutro qualquer dia da Semana Santa, na Igreja Catedral o Bispo com a presença dos Párocos e com delegações de leigos das diversas Paróquias, num ritual solene, celebra a Missa Crismal para benzer os Óleos que se hão-de usar durante todo o ano :
* O Óleo dos Catecúmenos, usado no Baptismo das crianças e no catecumenato dos adultos.
* O Óleo do Crisma, usado no Baptismo e na Confirmação.
* O Óleo dos enfermos, usado na administração da Unção dos Enfermos.
É um rito próprio do Bispo, como sucessor dos Apóstolos e o primeiro servidor da Igreja local, em volta do qual se reúnem, para com ele celebrar a Eucaristia, os Sacerdotes dos diversos lugares e ministérios da Diocese, numa prova de unidade eclesial.
Através dos Santos Óleos, por ele benzidos nesta Missa Crismal e pelos sacerdotes levados para todas as Paróquias, o Bispo "fundamento e unidade da sua Diocese" (LG 23), estará presente no Baptismo, na Confirmação e na Unção dos Enfermos.
Unidos no Único Sacerdócio de Jesus Cristo, Bispos e Sacerdotes são, porém, simples instrumentos, "servos do Ministério".
Quem, por intermédio deles, age na Igreja, é o Espírito de Jesus, o Espírito Santo, como o sublinha toda a Liturgia da Missa Crismal.
Renovando, na Missa Crismal, o seu compromisso de serviço à comunidade dos crentes, os Sacerdotes reafirmam o seu desejo de fidelidade ao Espírito Santo, que receberam com a imposição das mãos.
O Bispo deve ser considerado como sumo sacerdote do seu rebanho, de quem deriva e depende, de algum modo, a vida dos seus fiéis em Cristo.
A Missa do Crisma, que o Bispo concelebra com os presbíteros das diversas regiões da Diocese, e durante a qual consagra o Santo Crisma e benze os outros Óleos, é considerada uma das principais manifestações da plenitude do sacerdócio do Bispo e sinal da íntima união dos presbíteros com ele.
Com efeito, é com o Santo Crisma consagrado pelo Bispo que os recém-baptizados são ungidos e, depois, confirmados.
Com o Óleo dos Catecúmenos são preparados e dispostos os Catecúmenos para o Baptismo.
Finalmente, com o Óleo dos Enfermos, são aliviados os doentes nas suas enfermidades. (cf. Missal popular).
No fim da Missa Crismal, ou em qualquer outra altura, os Párocos levam para as suas Paróquias, uma certa porção destes Óleos para a administração dos respetivos Sacramentos durante todo o ano, a começar na Vigília Pascal.
Nosso fotografo nessa missa
Povo de Deus
Povo de Deus
Renovação das promessas sacerdotais
Pe. Genalsom; Pe. Cosme; Pe. Jairom; Pe. Estevão...
Pe. Fernando e nosso seminarista Paulo
Nosso Bispo Abençoando os óleos
Pe. Antonio ajudando na distribuição da Eucaristia
Nosso Clero
O VALOR DE UM PADRE
O VALOR DE UM PADRE
Quando se pensa compreende-se...
Quando se pensa que nem a Santíssima Virgem pode fazer o que um sacerdote faz;
Quando se pensa que nem os anjos, nem os arcanjos, nem Miguel nem Rafael, nem príncipe algum daqueles que venceram lúcifer podem fazer o que um sacerdote faz;
Quando se pensa que nosso Senhor Jesus Cristo, na ultima Ceia, realizou um milagre maior do que a criação do Universo com todos os seus esplendores, e transformou o pão e o vinho em seu Corpo e seu Sangue, para alimentar o pecador, e que este prodígio, diante do qual se ajoelham os anjos e os homens, o sacerdote pode repeti-lo todos os dias;
Quando se pensa no outro milagre que somente um sacerdote pode realizar: perdoar os pecados, e que o que ele liga no fundo do seu humilde confessionário, DEUS, obrigado por sua própria palavra, o liga no Céu, e o que ele desliga, no mesmo instante o desliga DEUS;
Quando se pensa que o mundo morreria da pior fome se chegasse a lhe faltar esse pouquinho de “Pão” e esse pouquinho de “Vinho”;
Quando se pensa que isso possa acontecer, porque estão faltando as vocações sacerdotais; e que quando isso acontecer se estremecerão os céus e se romperá a Terra, como se a mão de DEUS, tivesse deixado de sustentá-la; e as pessoas gritarão de fome e de angustia, e pedirão esse “Pão”, e não haverá quem lhes dê; e pedirão a absolvição de suas culpas, e não haverá quem os absolva, e morrerão com os olhos abertos pelo maior dos espantos...
Quando se pensa que um sacerdote é mais necessário que um presidente, mais que um militar, mais do que um banqueiro, mais do que um médico, mais que um professor, porque ele pode substituir a todos e ninguém pode substituí-lo;
Quando se pensa que um sacerdote, quando celebra no altar tem uma dignidade maior que de um rei; e que não é um símbolo, sem sequer um embaixador de CRISTO, mas é CRISTO mesmo que está ali, repetindo o maior milagre de DEUS...
Quando se pensa tudo isso...
Compreende-se a imensa necessidade de fomentar as vocações sacerdotais;
Compreende-se o afã com que, nos tempos antigos, cada família ansiava que do seu seio brotasse, como um ramo de perfume, uma vocação sacerdotal;
Compreende-se o imenso respeito que os povos tinham pelos sacerdotes, o que se refletia em suas leis;
Compreende-se que, se um pai ou uma mãe obstruem a vocação sacerdotal de um filho, é como se renunciassem a um título de honra incomparável;
Compreende-se que mais do que uma igreja, mais que uma escola e mais do que um hospital, é um seminário ou um noviciado;
Compreende-se que ajudar a construir ou manter um seminário ou um noviciado é multiplicar os nascimentos do Redentor;
Compreende-se que ajudar a custear os estudos de um jovem seminarista ou de um noviço é aplainar o caminho por onde chegará ao altar um homem que, durante um hora, todos os dias, será muito mais que todas as celebridades da Terra e que todos os santos do Céu, pois será CRISTO mesmo, sacrificando o Seu Corpo e o Seu Sangue, para alimentar o Mundo.
Se pararmos realmente para pensar compreenderemos, o verdadeiro valor de nossos sacerdote e seminaristas, e que grande tesouro trazem consigo, sua vocação . Rezemos pelos Sacerdotes.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
DOMINGO DE RAMOS - FOTOS E SIGNIFICADO
Pergunta: "O que é o Domingo de Ramos?"
Resposta: Domingo de Ramos é o dia em que celebramos a "entrada triunfal" de Jesus em Jerusalém, exatamente uma semana antes da sua ressurreição (Mateus 21:1-11). Cerca de 450-500 anos antes, o profeta Zacarias havia profetizado: "Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta" (Zacarias 9:9). Mateus 21:7-9 registra o cumprimento dessa profecia: "...trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então, puseram em cima deles as suas vestes, e sobre elas Jesus montou. E a maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pela estrada. E as multidões, tanto as que o precediam como as que o seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!" Este evento aconteceu no domingo antes da crucificação de Jesus.
Em memória deste evento é que nós celebramos o Domingo de Ramos. Este dia tem esse nome por causa dos ramos de palmeira que foram colocados na estrada enquanto Jesus montava no jumento em Jerusalém. Domingo de Ramos foi o cumprimento das "setenta semanas" do profeta Daniel: "Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos"(Daniel 9:25). João 1:11 nos diz: "Ele Veio para o que era seu, e os seus não o receberam". As mesmas multidões que gritaram "Hosana" agora estavam gritando "Crucifica-o" cinco dias depois (Mateus 27:22-23).
Parada em frente ao Hospital - CAMOI - lembrando da Campanha da Fraternidade 2012.
Alegria das nossas coroinhas servindo ao Senhor!
Seguindo em frente para a Igreja
Recitação dos textos de Animação Bíblica da nossa caminhada
Significado da palavra HOSANA
A palavra hosana aparece 6 vezes na Bíblia, nos evangelhos (Mateus 21,9[2x].15; Marcos 11,9; João 12,13). A transcrição do vocábulo grego é Osanna. Contudo não é uma palavra grega, mas hebraica. Trata-se do verbo hosha(salvar) no imperativo hifil, seguido da partícula enclítica de súplica na, que às vezes é traduzida como “ti emploro”. Portanto, poderíamos traduzir hosana com “Salva, ti imploro”.
No Antigo Testamento não aparece a forma literal “hosana”, mas no salmo 118,25 temos a forma imperativa longa (hoshi‘ana): Salva-nos, agora, te pedimos, ó SENHOR; ó SENHOR, te pedimos, prospera-nos. Esta citação é importante para entender o contexto em que era usado este termo. O Salmo 118 era usado por ocasião da festa dos Tabernáculos e o versículo 25 tinha a função especial de dar o sinal para começar a agitação dos ramos (lulab).
Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor. Com esta celebração, entramos na Semana Santa. Mas, o que é a Semana Santa? Por que nós a diferenciamos das demais semanas do ano? Por que ela é tão importante no calendário litúrgico?
Esta é a semana mais importante do ano porque, nestes dias, é relembrada a História da Salvação: um Deus que se abaixou e tornou-se homem para caminhar conosco; a experiência de Jesus na Semana Santa é a história viva da humanidade. Contemplando sua paixão e morte, fazemos memória dos sofrimentos, das injustiças e das violências experimentadas por milhões de seres humanos. Jesus assume e faz seus todos esses sofrimentos; em sua morte e ressurreição, Ele se faz presente em todos os sofrimentos humanos.
A Semana Santa, tempo de comunhão e solidariedade com Jesus, é um tempo santo e precioso para entrarmos na História da Salvação e da Libertação. Nesta semana meditamos o Evangelho de Jesus, contemplamos sua prática, acolhemos sua proposta de doação e partilha, entramos em sua atitude de obediência ao Pai e de serviço à humanidade.
A celebração do Domingo de Ramos, é recordação da entrada de Cristo em Jerusalém para celebrar a páscoa. Como o povo da Antiga Aliança, que durante a festa das tendas levava ramos nas mãos, significando a esperança messiânica, renovamos, hoje, nossa adesão ao Cristo, Senhor da história. Escutando e participando da liturgia da paixão do Senhor, deixamos que o mistério pascal da paixão, morte e ressurreição de Jesus se realize em nossa vida.
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)