- Descrição: Escudo eclesiástico de blau, com um sol radiante e flamejante de jalde carregado do monograma IHS de goles, sobreposta a letra H de uma cruz do mesmo e três cravos de sable postos em pala, sob o monograma – armas da Companhia de Jesus - acompanhado em ponta de uma estrela de cinco pontas senestrada de um ramo de flor de nardo, ambos de jalde. O escudo está assente em tarja branca, na qual se encaixa o pálio papal (omofório) branco com cruzetas de goles. O conjunto pousado sobre duas chaves decussadas, a primeira de jalde e a segunda de argente, atadas por um cordão de goles, com seus pingentes[42].
- Timbre: uma mitra papal de argente, com três faixas de jalde. Sob o escudo, um listel de blau com o mote: "MISERANDO ATQVE ELIGENDO", em letras de jalde. Quando são postos suportes, estes são dois anjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre, uma cruz trevolada tripla, de jalde[42].
- Interpretação: O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. Nele estão representadas armas da Companhia de Jesus, a qual pertence o pontífice, sendo que a cor blau (azul) simboliza o firmamento e o manto de Maria Santíssima e, heraldicamente, significa: justiça, serenidade, fortaleza, boa fama e nobreza; o sol (radiante de 16 pontas retilíneas e flamejante de dezesseis pontas ondeantes, alternadamente) representa Nosso Senhor Jesus Cristo, o “Sol da Justiça”, reforçado pelo monograma de Cristo: IHS (adotado por Santo Inácio em 1541) sobreposto pela cruz, que sendo de goles (vermelho) simboliza: o fogo da caridade inflamada no coração do Soberano Pontífice pelo Divino Espírito Santo, que o inspira diretamente do governo supremo daIgreja, bem como valor e o socorro aos necessitados, que o Vigário de Cristo deve dispensar a todos os homens[42]. Os cravos, enquanto instrumentos da paixão, lembram a nossa redenção pelo sangue de Cristo e sua cor, sable (preto), representa: sabedoria, ciência, honestidade e firmeza. A estrela, de acordo com a antiga tradição heráldica, simboliza a Virgem Maria, mãe de Cristo e da Igreja[42]; enquanto a flor de nardo simboliza São José, patrono da Igreja Universal, que na tradição da iconografia hispânica, é representado com um ramo de nardo nas mãos. Sendo ambos de jalde, têm o significado heráldico deste metal, já descrito acima. Colocando no seu escudo tais imagens, o Papa pretendeu exprimir a própria particular devoção a Nossa Senhora e ao seu castíssimo esposo. Somadas as três representações, têm-se a homenagem do pontífice à Sagrada Família: Jesus, Maria e José, modelo da família humana que devem ser defendidas pela Igreja. Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves decussadas, uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do Sucessor de Pedro , relatado noEvangelho de São Mateus, que narra que Nosso Senhor Jesus Cristo disse a Pedro: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu" (Mt 16, 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores. A mitra pontifícia usada como timbre, recorda em sua forma e esmalte, a simbologia da tiara, sendo que as três faixas de jalde (ouro) significam os três poderes papais: Ordem, Jurisdição e Magistério, ligados verticalmente entre si no centro para indicar a sua unidade na mesma pessoa.O pálio papal (omofório), muito usado nas antigas representações papais, simboliza ser o Papa pastor universal do rebanho que lhe foi confiado por Cristo. No listel, o lema " MISERANDO ATQVE ELIGENDO " (Com misericórdia o elegeu), foi retirado de uma homilia de São Beda, o Venerável, (Hom. 21; CCL 122, 149-151) que, comenta o evangelho de São Mateus (Mt 9,9), escrevendo "Vidit ergo lesus publicanum et quia miserando atque eligendo vidit, ait illi Sequere me' ("Viu Jesus a um publicano e como o olhou com sentimentos de amor o elegeu e lhe disse: siga-me"). Este lema, presente na Liturgia das Horas da festa de São Mateus, é um tributo à misericórdia divina, tendo um significado espcial e particular na vida e no itinerário espiritual do pontífice[43]
Igreja Católica, Instituída Paróquia Em 1999, Pertence À Diocese De Jequie, E Fica Situada Na Cidade De Itaquara-Ba, Praça Da Matriz, S/N - Fone/Fax (073) 3543-2222. Aqui você encontrará sempre as novidades de nossa Paróquia e a cobertura completa de nossos eventos! FIQUE LIGADO. SIGA-NOS!!! Deus nos abençoe!
terça-feira, 26 de março de 2013
Brasão e Lema
Francisco (em latim: Franciscus)[1], nascido Jorge Mario Bergoglio SJ (Buenos Aires, 17 de dezembro de 1936) é o 266º.Papa da Igreja Católica Apostólica Romana e atual chefe de estado do Vaticano,[2] sucedendo o Papa Bento XVI, que abdicou ao papado em 28 de fevereiro de 2013.
É o único papa nascido na América, além de ser o único papa jesuíta e o primeiro pontífice não-europeu em mais de 1200 anos.[3] Arcebispo de Buenos Aires desde 28 de fevereiro de 1998 e cardeal-presbítero desde 21 de fevereiro de 2001, foi eleito em 13 de março de 2013.
Jorge Mario Bergoglio, filho do casal de imigrante italianos Mario Bergoglio (trabalhador ferroviário) e Regina Maria Sivori (dona de casa). Seu pai também jogava basquetebol no San Lorenzo, um dos cinco grandes do futebol argentino e cujas origens haviam sido impulsionadas por um padre. Jorge tornaria-se torcedor sanlorencista, já tendo afirmado que não perdeu nenhum jogo do título argentino de 1946, quando tinha então dez anos.[4]
Nascido e criado no bairro de Flores,[5] atual sede do San Lorenzo,[4] fez graduação e mestrado em química, na Universidade de Buenos Aires.[6] Na juventude, teve uma doença respiratória que numa operação de remoção lhe fez perder um pulmão.[7][8]Durante a sua adolescência, teve uma namorada, Amalia.[9][10][11] Segundo ela, Bergoglio chegou a pedi-la em casamento durante a época, tendo ele inclusive afirmado que, do contrário, se tornaria padre.[12][13][14]
O Papa Francisco apareceu ao povo na sacada (ou varanda) central da Basílica de São Pedro por volta das 20 horas e 30 minutos (hora de Roma). Vestindo apenas a batina papal branca, acompanhou a execução da Marcha Pontifical e saudou a multidão com um discurso:
| Irmãos e irmãs, boa noite!
Vós sabeis que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma. Parece que os meus irmãos Cardeais tenham ido buscá-lo quase ao fim do mundo… Eis-me aqui! Agradeço-vos o acolhimento: a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo. Obrigado! E, antes de mais nada, quero fazer uma oração pelo nosso Bispo Emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e Nossa Senhora o guarde.
|
O Papa rezou as orações do Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai, dedicando-os ao Papa Emérito. Em seguida, completou:
| E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo... este caminho da Igreja de Roma, que é aquela que preside a todas as Igrejas na caridade. Um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este caminho de Igreja, que hoje começamos e no qual me ajudará o meu Cardeal Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta cidade tão bela!
E agora quero dar a bênção, mas antes… antes, peço-vos um favor: antes de o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a mim; é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio esta oração vossa por mim.
|
—
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O Papa abaixou a cabeça em sinal de oração, e toda a praça silenciou por um momento. Por fim, realizou sua primeira bênção Urbi et Orbi, e despediu-se da multidão dizendo"Boa noite, e bom descanso!". [34]
Ao ser eleito, o novo pontífice escolheu o nome de Francisco. Segundo o próprio, uma referência a São Francisco de Assis fazendo referência a "sua simplicidade e dedicação aos pobres" e motivado pela frase dita por Dom Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo, logo após sua eleição, ainda na Capela Sistina: "Não esqueça dos pobres".[35][36][37]. Francisco de Assis (1182 — 1226), padroeiro da Itália, foi o fundador da família franciscana.
| Muitos disseram que me deveria chamar Adriano como o grande reformador Adriano IV, ou Clemente, em vingança contra Clemente XIV, que aboliu a Companhia de Jesus.
Alguns não sabiam por que tinha escolhido o nome Francisco, e interrogavam-se se seria por Francesco Saverio,[38] Francisco de Sales[39] ou Francisco de Assis.[40] Foi por causa dos pobres que pensei em Francisco. Depois, enquanto o escrutínio prosseguia, pensei nas guerras, e assim surgiu o homem da paz, o homem que ama e protege a criação, com o qual hoje temos uma relação que não é tão boa.
|
O nome do pontífice não será acrescido do ordinal "I" (primeiro) em algarismo romano. Segundo a Santa Sé isso só acontecerá se, um dia, houver um papa Francisco II[41].
Bula de Nomeação episcopal de Dom José Ruy Gonçalves Lopes OFM Cap
Dom José Ruy Gonçalves Lopes OFM Cap
A Bula de nomeação é o documento assinado pelo Papa Bento XVI dando veracidade canônica e Apostólica à eleição episcopal de Dom José Ruy. Abaixo, confira na íntegra o conteúdo deste documento pontifício.
Bento Bispo Servo dos Servos de Deus
Diletíssimo Filho José Ruy Gonçalves Lopes, Membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, Professor e Vigário Paroquial, na Arquidiocese de Feira de Santana, eleito Bispo da Diocese de Jequié, saúde e Bênção Apostólica. Nós que sucedemos o Beato Apóstolo Pedro e zelamos pela solicitude e bem de todo o Rebanho do Senhor. Certamente, somos solícitos pela Igreja Catedral de Jequié, vacante desde a renúncia do Venerável Irmão Cristiano Jacob Krapf. Nós, seguramente,ó diletíssimo Filho, o temos na nossa mente, pois distinguiste egregiamente tanto no cuidado pastoral quanto nos dotes sacerdotais. Por isso, com o conselho da Sagrada Congregação para os Bispos e com a nossa Apostólica Autoridade te nomeamos Bispo da Diocese de Jequié, segundo as normas do Código de Direito Canônico, que te concedem todas as faculdades para agir e, do mesmo modo, as obrigações estabelecidas, que estão vinculadas ao múnus episcopal. Concedemos-te de boa vontade que recebas a Sagrada Ordenação Episcopal, como Bispo Católico, fora da Cidade de Roma e que as prescrições litúrgicas sejam respeitadas. Antes, porém, seja feita a Profissão de Fé e, por conseguinte, o juramento de fidelidade a nós e aos nossos sucessores, segundo as normas da Lei Eclesiástica. Ordenamos resolutamente, logo em seguida, que dês ciência desta Bula ao Clero e ao Povo da Sede de Jequié, aos quais exortamos a fim de que te recebam com alegria e permaneçam contigo em comunhão. Finalmente, diletíssimo filho, suplicamos ao Espírito Santo Paráclito, “luz dos corações”, que te conceda os dons para sustentar os fiéis que te foram confiados, a fim de apascentar benignamente e com solícita caridade pelas palavras convincentes e muito mais com a eloquência do exemplo de uma vida de santidade. A paz de Cristo esteja ininterruptamente contigo, como também a proteção de Nossa Senhora Aparecida e, também, com esta comunidade Eclesial caríssima a nós. Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 04 do mês de julho do Ano do Senhor de 2012, oitavo ano de Nosso Pontificado.
Bento XVI
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Curso
Curso de violão, teclado e guitarra no valor de R$60,00 mensais e apartir de dez pessoas fica por R$30,00.
para maiores informações procurar a secretaria paroquial.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
A IMPORTÂNCIA E A DIGNIDADE DO SACRAMENTO DO MATRIMÓNIO
( Durante os festejos de Nossa Padroeira neste ano de 2012, realizamos casamentos comunitários, procurando incentivar os casais à uma vida sacramental e de obediência à Igreja). Próximo ano teremos mais!
A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão total de vida, recebe a sua força e vigor da própria criação, mas para os cristãos é elevada a uma dignidade ainda mais alta, visto ser enumerada entre os sacramentos da nova aliança.
O Matrimónio é constituído pela aliança conjugal, isto é, pelo consentimento irrevogável de ambos os cônjuges que livremente se entregam e se recebem. Esta singular união do homem e da mulher assim como o bem dos filhos exigem e requerem a plena fidelidade dos esposos e a unidade indissolúvel do vínculo matrimonial.
pela sua própria índole natural, a instituição do Matrimónio e o amor conjugal ordenam-se à procriação e educação dos filhos, que constituem como que a sua plenitude e a sua coroa; de facto os filhos são um dom inestimável do Matrimónio e concorrem enormemente para o bem dos próprios pais.
pela sua própria índole natural, a instituição do Matrimónio e o amor conjugal ordenam-se à procriação e educação dos filhos, que constituem como que a sua plenitude e a sua coroa; de facto os filhos são um dom inestimável do Matrimónio e concorrem enormemente para o bem dos próprios pais.
A íntima comunhão de vida e de amor, pela qual os esposos “já não são dois mas uma só carne”, foi instituída por Deus Criador, dotada de leis próprias e envolvida por uma bênção singular, que nem o castigo do pecado original veio a destruir. Por isso este vínculo sagrado não depende da vontade do homem, mas do autor do Matrimónio, que o quis dotar de bens e fins peculiares.
Cristo Senhor, constituindo uma nova criatura e fazendo novas todas as coisas, quis reconduzir o matrimónio à sua primitiva forma e santidade, a fim de que o homem não separe o que Deus uniu; mas, para mais claramente significar a indissolubilidade da aliança matrimonial e mais facilmente a apresentar como sinal da sua aliança nupcial com a Igreja, quis elevá-la à dignidade de sacramento.
Com a sua presença, o Senhor trouxe a bênção e a alegria às bodas de Caná; mudando a água em vinho, preanunciou a hora da nova e eterna aliança: “Assim como outrora Deus veio ao encontro do seu povo com uma aliança de amor e fidelidade, assim agora o Salvador dos homens” se apresenta como esposo da Igreja, firmando uma aliança com ela no seu mistério pascal.
Com a sua presença, o Senhor trouxe a bênção e a alegria às bodas de Caná; mudando a água em vinho, preanunciou a hora da nova e eterna aliança: “Assim como outrora Deus veio ao encontro do seu povo com uma aliança de amor e fidelidade, assim agora o Salvador dos homens” se apresenta como esposo da Igreja, firmando uma aliança com ela no seu mistério pascal.
Pelo Baptismo, chamado precisamente o sacramento da fé, o homem e a mulher inserem-se, uma vez por todas e para sempre, na aliança de Cristo com a Igreja, de modo que a comunidade conjugal que eles formam seja associada à caridade de Cristo e dotada da virtude do seu sacrifício. Esta nova condição faz com que o Matrimónio válido dos baptizados seja sempre sacramento.
Pelo sacramento do Matrimónio os esposos cristãos significam e participam no mistério da unidade e do amor fecundo entre Cristo e a Igreja; por isso, quer ao abraçar a vida conjugal, quer ao acolher e educar os filhos, ajudam-se mutuamente a crescer na santidade, e têm o seu lugar e o seu dom próprio no interior do povo de Deus.
Pelo sacramento do Matrimónio os esposos cristãos significam e participam no mistério da unidade e do amor fecundo entre Cristo e a Igreja; por isso, quer ao abraçar a vida conjugal, quer ao acolher e educar os filhos, ajudam-se mutuamente a crescer na santidade, e têm o seu lugar e o seu dom próprio no interior do povo de Deus.
Assim como Cristo amou a Igreja e se entregou a si mesmo por ela, assim, pelo sacramento do Matrimónio, o Espírito santo faz que os esposos cristãos, dotados de igual dignidade, mútua doação e indiviso amor que brota da fonte divina da caridade, se esforcem por alimentar e promover a sua união conjugal; e assim, partilhando juntamente as realidades divinas e humanas, na prosperidade e na provação, perseverem fiéis de corpo e espírito, absolutamente afastados do adultério e do divórcio.
O verdadeiro culto do amor conjugal e todo o sentido da vida familiar, sem menosprezar os outros fins do Matrimónio, tende a que os esposos cristãos se disponham, com fortaleza de ânimo, a colaborar com o amor do Criador e salvador, que por meio deles constantemente dilata e enriquece a sua família. Assim, os esposos cristãos, confiados na divina providência e cultivando o espírito de sacrifício, dão glória ao Criador e caminham para a perfeição em Cristo, quando se desempenham do seu dever de procriar com responsabilidade generosa, humana e cristã.
Deus, que chamou os esposos ao Matrimónio, continua a chamá-los no Matrimónio. Os que casam em Cristo, procuram, em fidelidade à palavra de Deus, celebrar frutuosamente, viver rectamente e testemunhar publicamente o mistério da união de Cristo e da Igreja. Este Matrimónio desejado à luz da fé, preparado, celebrado e assumido na vida quotidiana, “é unido pela Igreja, confirmado pela oblação eucarística, selado pela bênção, anunciado pelos anjos e ratificado pelo Pai… qual jugo de dois fiéis numa única esperança, numa única observância, num mesmo serviço! são irmãos que vivem juntamente, sem qualquer divisão quanto ao espírito ou quanto à carne. Mais, são verdadeiramente dois numa só carne e onde a carne é única, único é também o espírito”.
sábado, 25 de agosto de 2012
Reforma da Fachada da Igreja Matriz
Como era quando aqui cheguei! 2008
Como está ficando (2011 ganhamos o relógio)
Levantando a torre do relógio e preparando a outra pro sino e para os alto falantes
Preparando a fachada para o blindex!
Faça sua doação para nos ajudar a quitar nossas dividas desta linda reforma!
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Programa da Festa de Nossa Senhora da Natividade 2012
Participe conosco do novenário em preparação a Festa de Nossa Senhora da Natividade
Convite
DIVULGUE TAMBÉM ESSA FESTA LINDA!!!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Festa comunidade São Pedro ( Duas Pontes)
FACHADA DA IGREJA
VISTA INTERNA DA IGREJA
PRESBITÉRIO
ALTAR FEITO EM PEDRA
MESA DA PALAVRA FEITA EM PEDRA
São Pedro (do grego: Πέτρος, Pétros, "pedra", "rocha";[2]; Betsaida, século I a.C., — Roma, cerca de 67 d.C.)[3] foi um dos dozeapóstolos de Jesus Cristo, segundo o Novo Testamento e, mais especificamente, os quatro Evangelhos. Os católicos consideram Pedro como o primeiro Bispo de Roma[4][5], sendo por isso o primeiro Papa da Igreja Católica.
Nome e importância
Segundo a Bíblia, seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos Atos dos Apóstolos e na Segunda Epístola de Pedro, aparece ainda uma variante do seu nome original, Simeão. Cristo mudou seu nome para כיפא, Kepha (Cefas em português, como em Gálatas 2:11), que em aramaico significa "pedra", "rocha", nome este que foi traduzido para o grego como Πέτρος,Petros, através da palavra πέτρα, petra, que também significa "pedra" ou "rocha", e posteriormente passou para o latim comoPetrus, também através da palavra petra, de mesmo significado.
A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com a Igreja Católica em Mt16, 18, quando Jesus diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava Simão à rocha.[6] Pedro foi o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma, sendo-lhe concedido o título de Príncipe dos Apóstolos. Esse título é um tanto tardio, visto que tal designação só começaria a ser usada cerca de um século mais tarde, suplementando o de Patriarca (agora destinado a outro uso). Pedro foi o primeiro Bispo de Roma. Essa circunstância é importante, pois daí provém a primazia do Papa e da diocese de Roma sobre toda a Igreja Católica; posteriormente esse evento originaria os títulos "Apostólica" e "Romana".
POVO DE DEUS SAINDO DA IGREJA APÓS A MISSA
OBRIGADO SENHOR, POR MAIS ESSA FESTA LINDA, POR ESTE POVO QUE ANIMOU ESTE TRIDUO E A TODOS OS PREGADORES!
COMO VOCÊ VIU ESTAMOS AINDA EM CONSTRUÇÃO DE NOSSA CAPELA, AJUDE-NOS!
VISTA DA PORTA DA IGREJA
quinta-feira, 5 de julho de 2012
I MENSAGEM DO NOVO BISPO ELEITO DE JEQUIE
MENSAGEM AO POVO DE DEUS
DA DIOCESE DE JEQUIÉ
“De todo coração” (Mt 22,37).
“Ex toto corde”
Excelentíssimo e Reverendíssimo Dom Cristiano Jacob Krapf, Bispo Diocesano de Jequié, Excelentíssimas autoridades constituídas, caríssimos Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas, demais Consagrados e Consagradas, Seminaristas e Vocacionados, Agentes de Pastorais, Movimentos e Associações, Catequistas, Leigos e Leigas, e todo o “Povo de Deus” da Igreja Particular que está na Diocese de Jequié.
Paz e Bem!
De todo coração, agradeço à Mãe Igreja por depositar tamanha confiança na minha humilde pessoa. Renovo minha total obediência e comunhão ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, sucesssor do Apóstolo Pedro, que hoje me nomeou Bispo desta e já querida Diocese de Jequié. Deus está me confiando a oportunidade, a alegria e a Graça de exercer nessa Igreja Particular as primícias do meu episcopado. De coração aceitei, um dia, configurar-me ao Cristo sacerdote e agora ao Crucificado. “De coração” coloco-me a serviço desta Igreja Particular da Diocese de Jequié. Desde já asseguro-vos as minhas orações, meu paternal afeto e zelo de pastor.
Ecoa em mim a voz do Seráfico Pai São Francisco de Assis, que tantas vezes afirmou “O Senhor me escolheu porque não encontrou entre os pecadores nenhum mais vil nem mais insuficiente do que eu”, ao mesmo tempo em que meu coração tem a certeza do que asseverou Paulo Apóstolo “Tudo posso naquele que me fortalece”(Fl 4,13).
Rogo ao Espírito Santo que me conceda sempre sabedoria para bem vivenciar o insigne e prudente conselho do pescador, a quem Jesus confiou a sua Igreja: “Ponde-vos cada um conforme o dom recebido, a serviço uns dos outros; como bons administradores da Graça de Deus (…). Apascentai o rebanho de Deus que vos foi confiado, velando por ele, não por coação, mas de bom grado, como Deus o quer; não por cobiça, mas por dedicação” (1Pd 4,10;5,2).
Buscarei, com a Graça de Deus, juntamente com todo presbitério e a ajuda dos irmãos e irmãs, dar continuidade ao grande trabalho do Pastor e pai Dom Cristiano, figura humana que se mistura com a própria história da Diocese de Jequié da qual foi o seu primeiro Bispo, a quem coube as primícias e o trabalho da primeira hora. No espírito de diálogo, comunhão e serviço, espero contar sempre com a presença do presbitério, para que possamos dar continuidade à construção de uma Igreja comprometida com a mensagem do Evangelho e sensível aos desafios dos tempos hodiernos. Em cada um deles, primemos por ser fiéis ao propósito de fazer sempre a vontade de Deus e da Mãe Igreja.
Conto com as vossas orações para que o bom Deus, que me chamou a conduzir seu rebanho, conceda-me sabedoria, caridade e firmeza necessárias a fim de que possa pastorear, tendo a alma repleta de sentimentos de ternura e afeto no agir de pastor, impulsionado pela fidelidade, coragem e disponibilidade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, sem esquecer jamais o vigor e a brandura de Francisco de Assis.
Possamos, juntos, em nossa missão pastoral, fazer ecoar a voz de Santo Antônio, ao dizer “A palavra é viva quando são as obras que falam. Cessem, portanto, os discursos e falem as obras”( Dos Sermões de Santo Antônio de Pádua, Presbítero. I,226 Liturgia das Horas III). Eis nosso desafio de compromisso.
Sigo, enfim, para o meio de vós, no êxodo constante para a Casa do Pai, como já fizeram, de outro modo, alguns Capuchinhos nesta Diocese, com espírito franciscano de fraternidade, no desejo de construir a paz e o bem.
Derrame o Deus todo poderoso, sobre todos vós, infindas bênçãos, guardando-vos de todo o mal hoje e sempre. Na esperança e na alegria do encontro,
Frei José Ruy Gonçalves Lopes, OFMCap.
BISPO ELEITO DE JEQUIÉ
Salvador, 04 de Julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
ELEITO NOVO BISPO DA DIOCESE DE JEQUIE-BA
Eleito novo Bispo da Diocese de Jequié-BA
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acolhe, com alegria, a nomeação do novo bispo de Jequié (BA), monsenhor José Ruy Gonçalves Lopes. O anúncio da Santa Sé foi feito na manhã desta quarta-feira, dia 4 de julho de 2012. Agradecemos a bondade do Santo Padre, Papa Bento XVI, que olhou para as necessidades pastorais do nosso Brasil e nos envia um irmão para pastoreio da diocese.
Monsenhor José Ruiz é frade capuchinho e tem um itinerário de grande dedicação à missão franciscana servindo à Igreja por meio do trabalho feito em sua Província no exercício de várias funções. Pós-graduado em Teologia Moral, ele tem colaborado com esmero na formação do clero e na educação dos jovens. Sobressaem também, em sua biografia, os trabalhos sociais realizados até o momento junto ao Leprosário de Águas Claras, na arquidiocese de Salvador (BA) e do Conselho de Administração das Obras Sociais de Irmã Dulce.
A chegada do novo bispo em Jequié, certamente, vai levar grande alegria para suas comunidades. Desejamos ao monsenhor José Ruy que seu ministério seja fecundo, que sua liderança paterna anime o serviço de seus presbíteros e que confirme, na fé, o laicato. Enviamos também o nosso cumprimento, cheio de gratidão, ao querido bispo emérito, dom Cristiano, desejando-lhe saúde e serenidade no prosseguimento de seu compromisso com Cristo e com a Igreja.
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
PS: Seja bem vindo! Que a Graça de Deus e o Auxilio de Nossa Senhora da Natividade acompanhem seu ministério pastoral a frente de todo este que agora é teu rebanho! Pe. Antonio Palma
sexta-feira, 8 de junho de 2012
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