sábado, 24 de abril de 2010

RIA UM POUCO!


"A Seleçao Brasilera é uma seleçao sem vicios; não fuma, não beb,
nem joga."-José Simão.

"Perdoe seus inimigos mas nao esqueça seus nomes"- J.Kennedy.

"Sab o que significa voltar pra casa a noit e encontrar uma mulher que lhe da amor, afeto e ternura? Significa que você entrou na casa errada.
Só isso." -Henry Yungman.

"Uma fejoada só é realment completa cuando tem ambulancia di plantao"
- Stanislaw Ponte Preta.

"Levei kinzi anos pra discobrir ki nao sabia screver, mais aí nao podia mais parar. Tinha ficado famoso dimais"- Robert Benchley.

"O problema di morar sozinho é ki sempri é a nossa veiz di lavar a loça" - Al Bernstein.

"Kem dici ki ganhar o perder nao importa, provavelment perdeu"
- Martina Navratilova.

"Si você vai fazer alguma coisa errada, aproveita"- Proverbio iídich.

"Os omins mintiriam muinto menos si as mulheris fizecim menos pergunta" - Max Nunes.

"Não si dev imprestar nem livro nem mulheris. Nunca devolvim us livrus; as mulheris, sempri"- Proverbiu purtugeis.

"Num cunfia im ningen cuja mulher num gosta di você"- ACM.

"A Academia Brasilera di Letras si compoim di 39 membrus i 1 mortu rotativu"- Millôr Fernandes.

"Nunca cunfia numa mulher ki dis a verdadera idad. Si ela dis issu ela é capais di dizer cuauker coisa"- Oscar Wilde.

"A unica profundidad ki us omins admirum im uma mulher é a du decot dela"- Zsa Zsa Gabor.

"Braziu ? Fraud splica"- Carlito Maia.

"Fala bem dus amigu todus dia. Fala mau dus inimigu pelu menus duas veis pur dia"- ACM.

"Kem num tem intelijensia pra criar tem ki te corajim pra copiar" -
Rolim Amaro.

"Nu Libanu, us livru saum lidu di trais pra frent. É pur issu ki Agatha Christie num vend nada pur la"- Eugênio Mohallem.

"Cuandu eu tava nu ezersitu, elis mi derum uma medalha pur matar dois omi i mi demitirum pur amar um"- Epitafiu du Sarjentu Leonard Matlovich, ki morreu di AIDS.

"Eu num keru um omi ki só diga SIM trabalhandu cumigu. Eu keru augen ki fali a verdad - mezmu ki issu lhi cust u impregu" - Samuel Goldwyn.

"A diferensa entri um relacionamentu amorozu i a prizaum é ki na prizaum elis dexum você jogar futbóu nus fim di semana" - Bobby Kelton.

"SP num pod parar purkê num tem stacionamentu"- Regina Casé.

"Si você num tem pontaria, senta"- Placa afixada pur Donizete J. das Virgens num banheru masculinu.

Toca o telefone na Delegacia.
E o policial do 190 atendeu o telefone e foi anotando o pedido de
socorro:
- Por favor, mandem alguém urgente, que entrou um gato em casa!!!!
- Mas como acim um gato em casa???
- Um gato!!!Ele invadiu minha casa e está caminhando em minha
direção!!!
- Mas como acim? Quem ta falando????
- O papagaio, caralho!!!!!!!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

LISTAS DOS PAPAS



Relação dos Papas


Como sabemos, Cristo concedeu a Pedro e seus sucessores a primazia sobre os bispos da Igreja e a suprema autoridade sobre o povo, sendo o único elo visível de ligação entre Deus e os homens. Como representante de Cristo na Terra, Pedro tornou-se chefe da Igreja e seu primeiro Papa, estabelecendo sua sede em Roma, por volta do ano 42, tendo morrido nessa cidade por volta do ano 67. Em 1968, foram encontrados seus restos mortais, enterrados sob a catedral de São Pedro. Na lista abaixo, ao nome de cada Papa segue-se, quando possível, o seu nome de família, o local ou região onde nasceu, o país onde esse local se encontra e o período em que foi Papa. Vejamos:

2005 - ......: Bento XVI (Joseph Ratzinger)
1978 - 2005: João Paulo II (Karol Woityla)
1978: João Paulo I (Albino Luciani)
1963 - 1978: Paulo (VI Giovanni Battista Montini)
1958 - 1963: João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli)
1939 - 1958: Pio XII (Eugenio Pacelli)
1922 - 1939: Pio XI (Achille Ratti)
1914 - 1922: Bento XV (Giacomo Marchese della Chiesa)
1903 - 1914: Pio X (Giuseppe Sarto)
1878 - 1903: Leão XIII (Giocchino Vincenzo de Pecci)
1846 - 1878: Pio IX (Giovanni Conte Mastai-Ferretti)
1831 - 1846: Gregório XVI (Bartolomeo Cappellari)
1829 - 1830: Pio VIII (Francesco Saverio Castiglioni)
1823 - 1829: Leão XII (Annibale della Genga)
1800 - 1823: Pio VII (Luigi Barnaba Chiaramonti)
1775 - 1799: Pio VI (Giovanni Angelo Conte Braschi)
1769 - 1774: Clemente XIV (Lorenzo Ganganelli)
1758 - 1769: Clemente XIII (Carlo Rezzonico)
1740 - 1758: Bento XIV (Prospero Lambertini)
1730 - 1740: Clemente XII (Lorenzo Corsini)
1724 - 1730: Bento XIII (Pietro Francesco Orsini)
1721 - 1724: Inocêncio XIII(Michelangelo Conti)
1700 - 1721: Clemente XI (Giovanni Francesco Albani)
1691 - 1700: Inocêncio XII (Antonio Pignatelli)
1689 - 1691: Alexandre VIII (Pietro Ottoboni)
1676 - 1689: Inocêncio XI (Benedetto Odescalchi)
1670 - 1676: Clemente X (Emilio Altieri)
1667 - 1669: Clemente IX (Giulio Rospigliosi)
1655 - 1667: Alexandre VII (Fabio Chigi)
1644 - 1655: Inocêncio X (Giambattista Pamphili)
1623 - 1644: Urbano VIII (Maffeo Barberini)
1621 - 1623: Gregório XV (Alessandro Ludovisi)
1605 - 1621: Paulo V (Camillo Borghesi)
1605: Leão XI (Alessandro Ottaviano de Medici)
1592 - 1605: Clemente VIII (Ippolito Aldobrandini)
1591: Inocêncio IX (Giovanni Antonio Facchinetti)
1590 - 1591: Gregório XIV (Niccolo Sfondrati)
1590: Urbano VII (Giambattista Castagna)
1585 - 1590: Sisto V (Felici Peretti)
1572 - 1585: Gregório XIII (Ugo Boncompagni)
1566 - 1572: Pio V (Michele Ghislieri)
1559 - 1565: Pio IV (Giovanni Angelo de Medici)
1555 - 1559: Paulo IV (Gianpetro Caraffa)
1555: Marcelo II (Marcelo Cervini)
1550 - 1555: Júlio III (Giovanni Maria del Monte)
1534 - 1549: Paulo III (Alessandro Farnese)
1523 - 1534: Clemente VII (Giulio de Medici)
1522 - 1523: Adriano VI (Adriano de Utrecht)
1513 - 1521: Leão X (Giovani de Medici)
1503 - 1513: Júlio II (Giuliano della Rovere)
1503: Pio III (Francesco Todeschini-Piccolomini)
1492 - 1503: Alexandre VI (Rodrigo de Bórgia)
1484 - 1492: Inocêncio VIII (Giovanni Battista Cibo)
1471 - 1484: Sisto IV (Francesco della Rovere)
1464 - 1471: Paulo II (Pietro Barbo)
1458 - 1464: Pio II (Enea Silvio de Piccolomini)
1455 - 1458: Calisto III (Alfonso de Bórgia)
1447 - 1455: Nicolau V (Tomaso Parentucelli)
1431 - 1447: Eugênio IV (Gabriel Condulmer)
1417 - 1431: Martinho V (Odo Colonna)
1410 - 1415: João XXIII (Baldassare Cossa>
1409 - 1410: Alexandre V (Pedro Philargi de Candia)
1406 - 1415: Gregório XII (Angelo Correr)
1404 - 1406: Inocêncio VII (Cosma de Migliorati)
1389 - 1404: Bonifácio IX (Pietro Tomacelli)
1378 - 1389: Urbano VI (Bartolomeo Prignano)
1370 - 1378: Gregório XI (Pedro Rogerii)
1362 - 1370: Urbano V (Guillaume de Grimoard)
1352 - 1362: Inocêncio VI (Etienne Aubert)
1342 - 1352: Clemente VI (Pierre Roger de Beaufort)
1334 - 1342: Bento XII (Jacques Fournier)
1316 - 1334: João XXII (Jacques Duèse)
1305 - 1314: Clemente V (Bertrand de Got)
1303 - 1304: Bento XI (Nicolau Boccasini)
1294 - 1303: Bonifácio VIII (Bento Gaetani)
1294: Celestino V (Pietro del Murrone)
1288 - 1292: Nicolau IV (Girolamo Masei de Ascoli)
1285 - 1287: Honório IV (Giacomo Savelli)
1281 - 1285: Martinho IV (Simão de Brion)
1277 - 1280: Nicolau III (Giovanni Gaetano Orsini)
1276 - 1277: João XXI (Pedro Juliani)
1276: Adriano V (Ottobono Fieschi)
1276: Inocêncio V (Pedro de Tarantasia)
1271 - 1276: Gregório X (Teobaldo Visconti)
1265 - 1268: Clemente IV (Guido Fulcodi)
1261 - 1264: Urbano IV (Jacques Pantaleon de Troyes)
1254 - 1261: Alexandre IV (Reinaldo, conde de Segni)
1243 - 1254: Inocêncio IV (Sinibaldo Fieschi)
1241: Celestino IV (Gaufredo Castiglione)
1227 - 1241: Gregório IX (Hugo, conde de Segni)
1216 - 1227: Honório III (Censio Savelli)
1198 - 1216: Inocêncio III (Lotário, conde de Segni)
1191 - 1198: Celestino III (Jacinto Borboni-Orsini)
1187 - 1191: Clemente III (Paulo Scolari)
1187: Gregório VIII (Alberto de Morra)
1185 - 1187: Urbano III (Humberto Crivelli)
1181 - 1185: Lúcio III (Ubaldo Allucingoli)
1159 - 1180: Alexandre III (Rolando Bandinelli de Siena)
1154 - 1159: Adriano IV (Nicolau Breakspeare)
1153 - 1154: Anastácio IV (Conrado, bispo de Sabina)
1145 - 1153: Eugênio III (Bernardo Paganelli de Montemagno)
1144 - 1145: Lúcio II (Gherardo de Caccianemici)
1143 - 1144: Celestino II (Guido di Castello)
1130 - 1143: Inocêncio II (Gregorio de Papareschi)
1124 - 1130: Honório II (Lamberto dei Fagnani)
1119 - 1124: Calisto II (Guido de Borgonha, arcebispo de Viena)
1118 - 1119: Gelásio II (João de Gaeta)
1099 - 1118: Pascoal II (Rainério, monge de Cluny)
1088 - 1099: Urbano II (Odo, cardeal-bispo de Óstia)
1086 - 1087: Vítor III (Desidério, abade de Monte Cassino)
1073 - 1085: Gregório VII (Hildebrando, monge)
1061 - 1073: Alexandre II (Anselmo de Baggio)
1058 - 1061: Nicolau II (Geraldo de Borgonha, bispo de Florença)
1058 - 1059: Bento X (João de Velletri)
1057 - 1058: Estevão IX (Frederico, abade de Monte Cassino)
1055 - 1057: Vítor II (Geraldo de Hirschberg)
1049 - 1054: Leão IX (Bruno, conde de Egisheim-Dagsburg)
1048: Dâmaso II (Poppo, conde de Brixen)
1046 - 1047: Clemente II (Suidgero de Morsleben)
1045 - 1046: Gregório VI (João Graciano Pierleone)
1033 - 1046: Bento IX (Teofilato de Túsculo)
1024 - 1032: João XIX (conde de Túsculo)
1012 - 1024: Bento VIII (conde de Túsculo)
1009 - 1012: Sérgio IV (Pietro Buccaporci)
1003 - 1009: João XVIII (João Fasano de Roma)
1003: João XVII (Giovanni Sicco)
999 - 1003: Silvestre II (Gerberto de Aurillac)
996 - 999: Gregório V (Bruno de Carínthia)
985 - 996: João XV (?)
983 - 984: João XIV (Pedro Canipanova)
974 - 983: Bento VII
972 - 974: Bento VI
965 - 972: João XIII (João de Nardi)
964: Bento V
963 - 965: Leão VIII
955 - 964: João XII
946 - 955: Agapito II
942 - 946: Marino II (ou Martinho III)
939 - 942: Estevão VIII
936 - 939: Leão VII
931 - 935: João XI
928 - 931: Estevão VII
928: Leão VI
914 - 928: João X (João de Tossignano, arcebispo de Ravena)
913 - 914: Lando
911 - 913: Anastácio III
904 - 911: Sérgio III
903 - 904: Cristovão
903: Leão V
900 - 903: Bento IV
898 - 900: João IX
897: Teodoro II
897: Romano
896 - 897: Estevão VI
896: Bonifácio VI
891 - 896: Formoso
885 - 891: Estevão V
884 - 885: Adriano III
882 - 884: Marino I (ou Martinho II)
872 - 882: João VIII
867 - 872: Adriano II
858 - 867: Nicolau I
855 - 858: Bento III
847 - 855: Leão IV
844 - 847: Sérgio II
827 - 844: Gregório IV
827: Valentim
824 - 827: Eugênio II
817 - 824: Pascoal I
816 - 817: Estevão IV
795 - 816: Leão III
772 - 795: Adriano I
768 - 772: Estevão III
757 - 767: Paulo I
752 - 757: Estevão II
752: Estevão [II] (pontificado de apenas 4 dias)
741 - 752: Zacarias
731 - 741: Gregório III
715 - 731: Gregório II
708 - 715: Constantino
708: Sisínio
705 - 707: João VII
701 - 705: João VI
687 - 701: Sérgio I
686 - 687: Cônon
685 - 686: João V
683 - 685: Bento II
682 - 683: Leão II
678 - 681: Agatão
676 - 678: Dono
672 - 676: Adeodato II (ou Deusdedite II)
657 - 672: Vitaliano
654 - 657: Eugênio I
649 - 655: Martinho I
642 - 649: Teodoro I
640 - 642: João IV
638 - 640: Severino
625 - 638: Honório I
619 - 625: Bonifácio V
615 - 618: Adeodato I (ou Deusdedite I)
608 - 615: Bonifácio IV
606 - 607: Bonifácio III
604 - 606: Sabiniano
590 - 604: Gregório I Magno
579 - 590: Pelágio II
575 - 579: Bento I
561 - 574: João III
556 - 561: Pelágio I
537 - 555: Vigílio
536 - 537: Silvério
535 - 536: Agapito (ou Agapeto)
533 - 535: João II
530 - 532: Bonifácio II
526 - 530: Félix III
523 - 526: João I
514 - 523: Hormisdas
498 - 514: Símaco
496 - 498: Anastácio II
492 - 496: Gelásio I
483 - 492: Félix II
468 - 483: Simplício
461 - 468: Hilário (ou Hilaro)
440 - 461: Leão I Magno
432 - 440: Sisto III
422 - 432: Celestino
418 - 422: Bonifácio I
417 - 418: Zózimo
402 - 417: Inocêncio I
399 - 402: Anastácio I
384 - 399: Sirício
366 - 384: Dâmaso I
352 - 366: Libério
337 - 352: Júlio I
336: Marcos
314 - 335: Silvestre I
310 - 314: Melcíades
308 - 310: Eusébio
307 - 309: Marcelo I
296 - 304: Marcelino
282 - 296: Caio
274 - 282: Eutiquiano
268 - 274: Félix I
260 - 268: Dionísio
257 - 258: Sisto II
254 - 257: Estevão I
253 - 254: Lúcio I
251 - 253: Cornélio
236 - 250: Fabiano
235 - 236: Antero
230 - 235: Ponciano
222 - 230: Urbano I
217 - 222: Calisto I
199 - 217: Zeferino
189 - 199: Vítor I
174 - 189: Eleutério
166 - 174: Sotero
154 - 165: Aniceto
143 - 154: Pio I
138 - 142: Higino
125 - 138: Telésforo
116 - 125: Sisto I
107 - 116: Alexandre I
101 - 107: Evaristo
90 - 101: Clemente I
79 - 90: Anacleto (ou Cleto)
64 - 79: Lino
33 - 64: Pedro Apóstolo

PROTESTANTES X NOSSA SENHORA


Martinho Lutero, Pai da Reforma Protestante, não questionava dogmas da Igreja em relação a Maria Santíssima. Pelo contrário, já li textos fantásticos seus sobre Maria. Então, donde surgiu esse "ódio" mortal dos Protestantes a Maria Santíssima? Chego a perguntar, o que Maria fez para que eles tenham tanta raiva?
Realmente Lutero não concordaria com a maioria das atitudes dos atuais protestantes em relação à Nossa Senhora. Por dever de justiça é necessário reconhecer que um protestante esclarecido não nutre desprezo pela Mãe de Jesus. Ele apenas nega que ela tenha alguma importância no projeto salvífico de Deus. Isto, porque nossos irmãos separados têm tanta ânsia de deixar claro que somente Jesus é o Salvador (e eles estão certos em afirmar isso), que terminam esquecendo que aqueles que estão em Cristo, no Espírito de Cristo, são membros do Corpo de Cristo e participam da missão de Cristo. Ao esquecerem isso caem em erro grave contra a fé apostólica – o erro contra a fé é o que chamamos de heresia. Os protestantes gostam de dizer “Só Jesus”. Ótimo! O problema é que eles compreendem o “só Jesus” como “Jesus só!”, um Jesus sozinho, que não é Cabeça do Corpo da Igreja, que não nos uniu a Ele desde o batismo, na força do seu Espírito Santo.

Todos os que são batizados em Cristo participam da missão de Cristo. Tantos e tantos textos da Escritura dizem isso. Basta recordar que os próprios protestantes rezam uns pelos outros. Ora, se eu rezo por alguém, estou intercedendo por essa pessoa... Mas, não é somente Jesus o intercessor?! Mas, a Escritura manda que rezemos uns pelos outros! E por quê? Porque todo aquele que está em Cristo, reza no Espírito de Cristo, a ponto de poder dizer: “Já não sou eu quem reza, é Cristo que reza em mim!” Ora, mais que todos, a Virgem Santíssima foi totalmente cheia do Espírito do Cristo, de modo que sua oração materna é oração em Cristo, no Espírito de Cristo, em nada obscurecendo a mediação única de Cristo. Pelo contrário: é a mediação única de Cristo que atua em Maria, nos santos e em nós, quando rezamos uns pelos outros. Se nossos irmãos protestantes dizem que a Virgem não pode cooperar na obra da salvação, eles também não podem! Não podem sequer rezar uns pelos outros!

A Escritura revela, ao contrário, um papel realmente importante da Virgem no plano de Deus: ela é a “Mulher” prefigurada no Gênesis, Mãe daquele que esmaga a cabeça da serpente (cf. Gn 3,15; Jo 2,4; 19,26; Gl 4,4; Ap 12,1s); ela é a verdadeira Eva, Mãe dos verdadeiros viventes em Cristo (cf. Gn 3,20, Jo 19,26). Somente uma leitura fundamentalista e fora da Tradição, que é o ambiente no qual a Escritura pode ser retamente compreendida, pode dar lugar a uma interpretação redutiva e pobre do papel da Virgem Maria! É uma das graves lacunas da profissão de fé protestante!

Quanto ao “ódio” à Maria, geralmente é próprio dos pentecostais e neo-pentecostais, bem como de algumas outras seitas aqui do Brasil que, além de um fundamentalismo deplorável padecem de uma ignorância visceral. Muito desse ódio é pura e simplesmente para agredir os católicos. É de lamentar e é para ter pena. Rezemos pelos nossos irmãos à Virgem Santíssima, que é Mãe de todos os discípulos de Jesus – também daqueles que não gostam dela!

Recordo um belíssimo texto parte de uma declaração de um grupo de teólogos anglicanos, luteranos, reformados (todos protestantes!), ortodoxos e católicos reunidos em nome de suas igrejas na ilha de Malta, nos dias 8-15 de setembro de 1983. Ei-lo:

1. Todos reconhecemos a existência da Comunhão dos Santos como comunhão daqueles que na terra estão unidos a Cristo, como membros vivos do seu Corpo Místico. O fundamento e o ponto central de referência desta comunhão é Cristo, o Filho de Deus feito homem e Cabeça da Igreja (cf. Ef 4,15-16), para nos unir ao Pai e ao Espírito Santo.

2. Esta comunhão, que é comunhão com Cristo e entre todos os que são de Cristo, implica uma solidariedade que se exprime também na oração de uns pelos outros; esta oração depende daquela de Cristo, sempre vivo para interceder por nós (cf. Hb 7,25).

3. O fato mesmo de que, no céu, à direita do Pai, Cristo roga por nós, indica-nos que a morte não rompe a comunhão daqueles que durante a própria vida estiveram unidos em Cristo pelos laços da fraternidade. Existe, pois, uma comunhão entre os que pertencem a Cristo, quer vivam na terra, quer, tendo deixado os seus corpos, estejam com o Senhor (cf. 2Cor 5,8; Mc 12,27).

4. Neste contexto, compreende-se que a intercessão dos Santos por nós existe de maneira semelhante à oração que os fiéis fazem uns pelos outros. A intercessão dos Santos não deve ser entendida como um meio de informar Deus das nossas necessidades. Nenhuma oração pode ter este sentido a respeito de Deus, cujo conhecimento é infinito. Trata-se, sim, de uma abertura à vontade de Deus por parte de si mesmo e dos outros, e da prática do amor fraterno.

5. No interior desta doutrina, compreende-se o lugar que pertence a Maria Mãe de Deus. É precisamente a relação a Cristo que, na Comunhão dos Santos, lhe confere uma função especial de ordem cristológica... Maria ora no seio da Igreja como outrora o fez na expectativa do Pentecostes (cf. At 1,14). Quaisquer que sejam nossas diferenças confessionais (=de religião), não há razão alguma que impeça de unir a nossa oração a Deus no Espírito Santo com a liturgia celeste, e de modo especial com a Mãe de Deus.

Este documento é assinado por teólogos e pastores luteranos, anglicanos, reformados, bem como por teólogos ortodoxos e católicos!

O QUE TODO CATEQUISTA DEVE SABER

Entre muitos pensamentos sobre catequese, perdidos em folhas soltas, organizo alguns e partilho. Fica a esperança de reavivar a memória a uns e de mostrar algo de novo a tantos outros.

1. Catequese é mais do que ensinar doutrina.

2. Seguir o método da “Experiência Humana, Palavra de Deus, Expressão de Fé” trata-se de bom senso. Especialmente em catequeses mais ao estilo de palestra.

3. “Se o rebanho é mau, a culpa é do pastor.” Ai o drama! Calma. É apenas para dizer que a mudança tem de começar por ti, em vez de estar sempre a descarregar nas ovelhas ou nas ervas do monte.

4. A capacidade de atenção de um adulto resume-se a 20 minutos, a atenção de uma criança a 3 minutos, e a de um adolescente a 2 segundos (piadinha… mas dá que pensar).

5. Sem acolhimento em condições, não te espantes que eles estejam muito irrequietos e faladores… e digo por experiência própria;)

6. Catequese é mais do que uma actividade “fixe” extra-escolar.

7. Fazer um encontro fora das paredes da sala pode ser uma óptima experiência. Mas se estás à espera do tempo ideal, do sítio ideal, do grupo ideal… Espera sentadinho, está bem?

8. Interiorizar a palavra é mais do que explicar o sentido das coisas. Usa a retórica. Ajuda-os a encontrar eco junto da mensagem.

9. Se não consegues resumir o teu encontro numa única frase-chave, mais vale repensar tudo outra vez.

10. Uma fotografia, ou qualquer outra imagem, serve para te ajudar e não para te atrapalhar, distrair ou complicar.

11. Catequese é mais do que lições de moral e costumes.

12. Como diz a canção: se um catequizando desinteressado incomoda muita gente, dois catequizandos desinteressados incomodam muito mais! Conquista-os um a um e não desistas só porque achas que um deles “já não tem remédio”.

13. Lá porque o guia do catecismo não se adapta ao teu grupo, não significa que deva ser descartado por completo. O mapa pode estar desactualizado, mas continua a ser útil se te indicar o ponto A e o ponto B.

14. O planeamento serve para te ajudar e não para te cegar perante os imprevistos. Sempre que necessário, atreve-te a reformular o tópico e a abordagem, por favor.

15. Centra-te em ser simples e eficaz, deixa o floreado para as flores.

16. Catequese é mais do que espiritualidade barata.

17. Acompanhamento pessoal é poesia quando o catequista tem mais de 20 crianças/adolescentes à sua responsabilidade.

18. O exemplo da “catequese de Jesus” é para ser seguido. Caro catequista, estudá-Lo de forma mais científica não te vai fazer mal nenhum.

19. Agradar a gregos e troianos incapacita qualquer um de criar identidade de grupo ou de elaborar um trabalho coerente e responsável. Entendes? É que ninguém gosta de baratas tontas…

20. Quando tudo o resto estiver esquecido, lembra-te: sê autêntico!

21. Catequese é mais do que “catequista(s)+grupo”.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

MISSA NA COMUNIDADE SÃO MATEUS E HOMENAGEM PELOS 2 ANOS SACERDOTAIS DO PADRE



Encontro com a Equipe diocesana da Pastoral Familiar!




O QUE É PASTORAL FAMILIAR?


FAMÍLIA HOJE

Para entendermos o significado e a tarefa da Pastoral Familiar, primeiro precisamos compreender o que é família hoje. Longe de olhar com saudades para o passado da família, freqüentemente marcado por abusos de poder, discriminações, formas opressivas de relacionamento e até mesmo violência, mas, distante também de concebê-la como uma realidade retrógrada e irrelevante para o desenvolvimento da sociedade, a Comissão Nacional da Pastoral Familiar propõe uma nova significação da família em nossa sociedade contemporânea. Contudo, isso deve partir de um novo modo de pensar essa realidade, que pode ser melhor compreendido com o conceito de cidadania da família, realidade que não diz respeito somente aos indivíduos, mas também a própria família como tal.

PASTORAL FAMILIAR

Numa abordagem antropológica e sociológica, mais do que religiosa, afirmar a cidadania da família quer dizer reconhecer seu papel de sujeito na construção de uma nova sociedade e promover orientações de conduta inspiradas em critérios de solidariedade e de plena reciprocidade, características constituintes da família.

A Pastoral Familiar, portanto, é o esforço pastoral da Igreja visando não só defender e promover o respeito à dignidade da família, seus direitos e deveres, mas também chamar a atenção para a importância e centralidade da família como o principal recurso para a pessoa, para a sociedade e para a Igreja. Ela é o lugar onde mais se investe para o desenvolvimento de um país, já que a família é indispensável para o desenvolvimento das pessoas e da sociedade.

OBJETIVOS

Resumidamente, os objetivos da Pastoral Familiar consistem, inicialmente, na preparação dos candidatos para a vida matrimonial e familiar, bem como na evangelização e promoção humana, social e espiritual das famílias já constituídas.

A Pastoral Familiar parte da família real para a família do possível, sem perder de vista a proposta da família ideal, que é a família cristã, gerada a partir do sacramento do matrimônio e vivendo em forte unidade, harmonia e na gratuita e generosa solidariedade.

SUA IMPORTÂNCIA

O documento de Santo Domingo falou da “prioridade e centralidade da pastoral familiar na Igreja diocesana” (n.º 222). O Papa João Paulo II assim falou aos Bispos do Brasil:

“em cada diocese – vasta ou pequena, rica ou pobre, dotada ou não de clero – o Bispo estará agindo com sabedoria pastoral, estará fazendo investimento altamente compensador, estará construindo, a médio prazo, a sua Igreja particular, à medida que der o máximo a uma Pastoral Familiar efetiva”.

Diríamos que a organização da Pastoral Familiar, em nível diocesano ou paroquial, não é uma opção, é uma obrigação.

GRANDES DESAFIOS

O agente da Pastoral Familiar, enriquecido pelo magistério da Igreja, que lhe coloca em mãos quatro grandes documentos: Familiaris Consortio, Carta às Famílias, Evangelho da Vida e o Diretório da Pastoral Familiar, sabe que, sobretudo em nossa atual e global modernidade, precisa encarar três grandes desafios que constituem um verdadeiro programa de vida.

Ele se propõe a defender e a promover três colunas vitais:

• a dignidade da pessoa humana;

• o sacramento do matrimônio e

• a inviolabilidade da vida e da família.

Assim como os dogmas estão para a fé católica, estes três pilares estão para a prática cristã dos agentes da Pastoral Familiar que, conforme afirma o Diretório da Pastoral Familiar, são: o bispo, o sacerdote, os religiosos e religiosas, os leigos e leigas que se dedicam a esta prioritária tarefa da Igreja.

ORGANIZAÇÃO

A Comissão Nacional da Pastoral Familiar possui uma coordenação nacional (CONAPAF). Além disso, a CNPF é composta pelos bispos, assessores e casais representantes da Pastoral Familiar nos 17 Regionais da CNBB, no Distrito Federal e os representantes nacionais dos principais Movimentos, Institutos e Serviços familiares em defesa da Vida.

ESTRUTURAS DA PASTORAL FAMILIAR

A Pastoral Familiar foi estruturada a partir da Exortação Apostólica Familiaris Consortio, do Papa João Paulo II, com base na comunidade diocesana e paroquial. O Papa, contudo, realçou o lugar especial que, neste campo, compete à missão dos cônjuges e das famílias cristãs. Em virtude da graça recebida no sacramento do matrimônio, eles devem atuar no seio da própria família com testemunho de vida.

Devem atuar também na esfera pública, buscando formar opinião e consciências segundo os valores cristãos, através de “associações de famílias a serviço das famílias”, inclusive com empenho ativo em todos os níveis, mesmo em parceria com outras associações não-eclesiais que defendam aspirações justas.

ETAPAS

Neste documento ficam claras também as três grandes etapas do trabalho da Pastoral Familiar:

• Setor Pré-Matrimonial, que envolve a preparação dos jovens para o matrimônio e a vida familiar, inclui também a celebração adequada do sacramento do matrimônio;

• Setor Pós-Matrimonial, que diz respeito ao empenho da Igreja local em ajudar o casal a descobrir e a viver a nova vocação e missão de maneira alegre e frutuosa;

• Setor Casos Especiais, onde a Pastoral Familiar, guiada pelos princípios da verdade e da misericórdia, procura ser “um empenho pastoral ainda mais generoso, inteligente e prudente, na linha do exemplo do Bom Pastor, àquelas famílias que - muitas vezes, independentemente da própria vontade ou pressionadas por outras exigências de natureza diversa, se encontram em situações difíceis” (77).

IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Com a finalidade de estimular a implantação da Pastoral Familiar nas paróquias e subsidiar seu adequado desenvolvimento, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, juntamente com a CNPF, vem editando vários livros afins e elaborando diversos e práticos “Guias”, a começar pelo:

• “Guia de Implantação da Pastoral Familiar na Paróquia”;

• “Guia de Preparação para a Vida Matrimonial”;

• “Guia de Orientação para Casos Especiais”;

• “Guia de Orientação para a Formação das Associações de Famílias” (fase final).

No mês de agosto, realiza-se anualmente a Semana Nacional da Família, amparada pela já bastante conhecida “Hora da Família”. Periodicamente é montado também o Plano Estratégico de Ação Plurianual.

Dois veículos de comunicação realizam a ligação com todos os agentes e demais interessados: a Revista Vida e Família e o Portal Vida e Família – www.pastoralfamiliar.cnbb.org.br.

PARA REFLETIR

1 - Qual a finalidade, hoje, de uma boa Pastoral Familiar?

2 - A seu ver, quais são as maiores dificuldades da família hoje?

3 - A Pastoral Familiar existe e funciona em sua diocese e paróquia?


sábado, 17 de abril de 2010

O QUE É CATEQUESE ? E JANTAR COM OS CATEQUISTAS 2010!





O Papa João Paulo II disse: "A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com fim de os iniciar na plenitude da vida cristã" (CT). Segundo O Novo Catecismo da Igreja Católica (1992) "no centro da catequese encontramos essencialmente uma Pessoa, a de Jesus Cristo de Nazaré, Filho único do Pai...

A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade... Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: 'Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou' (Jo 7,16)" (NCIC, 426-427). Em sua origem, o termo "CATEQUESE" diz respeito à proclamação da Palavra. O termo se liga a um verbo que significa "Fazer" - "Ecoar" (gr. Kat-ekhéo). Assim a catequese tem por objetivo último fazer escutar e repercutir a Palavra de Deus.

Desta forma, é missão da Igreja anunciar o Evangelho em todo o mundo, mas, em primeiro lugar, a Palavra de Deus deve ser anunciada aos seus próprios membros. É dentro da Igreja que se desenvolve a formação de seus membros, para que possam depois anunciar a todos a Palavra de Deus. Quando se fala em catequese, muitos pensam na catequese que se prepara as crianças à Primeira Eucaristia. Catequese hoje não se deve confundir com o "dar catecismo".

A catequese faz parte da ação evangelizadora da Igreja que envolve aqueles que aderem a Jesus Cristo. Catequese é o ensinamento essencial da fé, não apenas da doutrina como também da vida, levando a uma consciente e ativa participação do mistério litúrgico e irradiando uma ação apostólica. Segundo o Documento de Puebla (1979) e a afirmação dos Bispos do Brasil, a catequese é um processo de educação da fé em comunidade, é dinâmica, é sistemática e permanente. Os Bispos da América Latina reunidos em Santo Domingo (1992) nos disseram": "Damos graças a Deus pelos esforços de tantos e tantas catequistas que cumprem seu serviço eclesial com sacrifício, selado, às vezes, com suas vidas. Contudo, devemos reconhecer como pastores que ainda há muito por fazer.

Existe ainda muita ignorância religiosa, a catequese não chega a todos e muitas vezes chega em forma superficial, incompleta quanto a seus conteúdos, ou puramente intelectual, sem força para transformar a vida das pessoas e de seus ambientes" (DSD, 41). Todo cristão que aceita Cristo por inteiro, esse é o verdadeiro cristão balizado, ele é responsável, em anunciar a Palavra de Deus, a começar por si próprio e pela família. Para tanto, tem uma maturidade cristã de fé e de amor ao próximo e à Igreja.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Reunião Zonal Norte 1 (EM SANTA INÊS) 2010



OS 12 MAIORES ATRIBUTOS DA LIDERANÇA

Luiz Almeida Marins Filho, Ph.D.
Anthropos Consulting


"Liderança" é um tema que vem sendo discutido desde os mais remotos tempos pelo homem. Ser líder, formar líderes, parece ser um desafio constante do homem e das organizações. Aqui vão alguns resultados de pesquisa feitas na Europa com mais de 500 executivos de todos os tipos de industria. Essa pesquisa é muito interessante. Ela mostra coisas simples, objetivas e fornece conselhos úteis para todos nós que desejamos vencer, alcançar o sucesso pessoal e profissional.
Espero que a leitura atenta destas descobertas e seus comentários possam trazer benefícios reais aos leitores.


DISPOSIÇÃO PARA TENTAR O QUE NÃO FOI TENTADO ANTES

Nenhum empregado deseja ser guiado por um administrador a
quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele eu ousa nas tarefas e se vale de oportunidade não tentadas anteriormente.
Um Gerente de Vendas bem sucedido irá às ruas e venderá junto com seus vendedores quando o mercado está difícil ou quando o pessoal de vendas encontrar-se sob extrema pressão. Tal gerente sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.

AUTO MOTIVAÇÃO

O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.

UMA PERCEPÇÃO AGUDA DO QUE É JUSTO

Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.

PLANOS DEFINIDOS

O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados.

PERSEVERANÇA NAS DECISÕES

O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.
Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente.

O HÁBITO DE FAZER MAIS DO QUE AQUILO PELO QUAL SE É PAGO

Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O gerente que chega antes dos empregados e que deixa o serviço depois deles é um exemplo deste atributo de liderança.

UMA PERSONALIDADE POSITIVA

As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.

EMPATIA

O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.

DOMÍNIO DOS DETALHES

O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.

DISPOSIÇÃO PARA ASSUMIR PLENA RESPONSABILIDADE

Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: "A responsabilidade é minha".

DUPLICAÇÃO

O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de "estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo".

Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.

UMA PROFUNDA CRENÇA EM SEUS PRINCÍPIOS

A expressão "A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa" resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.

Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Pessoas incomodadas

Pessoas incomodadas fogem dos desafios dos ensinamentos de Jesus com as exigências do Evangelho que o Papa tem a coragem de apresentar ao mundo de hoje sem acomodações à mentalidade do tempo. Muitos procuram desacreditar o mensageiro para enfraquecer a mensagem.

Ficam remexendo na lata de lixo da história para fazer propaganda dos erros cometidos por pessoas da Igreja em vinte séculos. O exemplo negativo mais citado é o Papa Alexandre VI, um homem muito ambicioso que teve três filhos no tempo que era Cardeal. Seus inimigos cuidaram de multiplicar seus pecados. A revista VEJA chega a dizer que ele teve inúmeras amantes e filhos.

Mesmo quem não acredita em tanto exagero se pergunta como foi que a Igreja sobreviveu. Desde o início, ela superou escândalos como a traição de Judas e a negação de Pedro que os evangelhos não escondem.

Um artigo da VEJA desta semana apresenta de maneira tendenciosa casos de pedofilia de padres para atingir a Igreja e o Papa que teria acobertado tais abusos. Fala de dezenas de milhares de pessoas que foram agredidas física ou sexualmente por membros da Igreja na Irlanda no século passado. Botam na mesma panela com crimes de pedofilia os castigos físicos em casas de recuperação, coisa corriqueira na educação naquele tempo, especialmente nas tentativas de reeducação de jovens infratores.

VEJA traz acusações de um advogado de cinco homens que no tempo de meninos sofreram abusos de um padre. Diz que o padre não foi punido pelo Cardeal Ratzinger, apesar das denúncias levadas a Roma trinta anos depois. O caso é apresentado como prova que, para o Vaticano, defender os próprios interesses é mais importante que mitigar os sofrimentos das vítimas. VEJA omite o fato que a justiça civil não achou provas para condenar o malfeitor e que o padre estava tão velho e doente que já não era perigo para ninguém.

Outra prova trazida para dizer que o Papa era condescendente com padres pedófilos: Acolhida de um padre acusado em outra diocese, no seu tempo de arcebispo de Munique. O texto omite que o padre foi acolhido para tratamento psiquiátrico. Munique tinha 1700 padres. Naquele tempo ainda não estava tão claro que pedofilia não tinha cura. Nossa diocese tem apenas 40 padres, e o bispo não tem o poder de prevenir um passo errado de algum.

Qualquer dia destes vai aparecer alguém a denunciar o próprio Jesus como culpado pela traição de Judas. Segundo o condiscípulo João, Judas já tinha precedentes de surrupiar dinheiro da caixa comum, em vez de ajudar os pobres. Por que Jesus não mandou embora o administrador corrupto?

Aliás, já não falta quem diga que o próprio Deus seja culpado pelos pecados dos homens, a começar com a queda do primeiro casal, na tentação de comer do fruto proibido. Segundo Saramago bastava que Deus fizesse uma boa cerca para impedir que chegassem perto daquela árvore atraente. Para que não pudessem pecar nem precisava fazer cerca. Bastava não criar tal árvore para evitar qualquer tentação. Ou não proibir nada. Ou não nos dar o presente perigoso da liberdade e da responsabilidade. Ou interferir com seu poder, toda vez que alguém quisesse fazer uma coisa errada. Se você gosta de filosofia, tente imaginar o que você faria se estivesse no lugar de Deus. Criaria apenas robôs ou bichos programados para não poder fazer nada de mal?

Seria melhor que a Igreja ainda tivesse o poder de polícia como na idade média? A missão da Igreja é tentar educar os fiéis para a responsabilidade. Pode suspender um padre do uso de ordem, mas não pode prender ninguém. Nem pode impedir que qualquer um se apresente como bispo, ou que igrejas fundadas no século passado se apresentem como igreja católica. Notícias de escândalos com falsos padres e bispos respingam sobre a Igreja. Quanto a práticas homossexuais, fica perigoso condenar. Podem surgir acusações de homofobia. Tempos de confusão. Tempos difíceis para o Papa e para bispos.

Perguntas aos que acusam o Papa de ter acobertado padres pedófilos

1. Por que será que tantos ficam incomodados com os recados do Papa?

2. Por que fazem tanta propagando de coisas erradas na Igreja?

3. Por que aproveitam os casos de pedofilia de padres para acusar o Papa de falta de firmeza no trato do problema?

4. Se os juízes brasileiros têm tanta dificuldade em julgar casos atuais de corrupção que acontecem debaixo do seu nariz, como querem os julgadores do Papa que seja fácil para o Vaticano julgar casos antigos e distantes denunciados décadas depois?

5. Por que será que as denúncias sobre casos antigos de difícil verificação aumentaram tanto, quando denunciantes e seus advogados passaram a ganhar indenizações da Igreja?

6. Quantos são os incomodados com as exigências de um Papa intransigente na doutrina e na moral?

7. Querem atingir o mensageiro para enfraquecer a mensagem?

Fonte;Prof. Felipe Aquino at 12:43 am on terça-feira, abril 6, 2010