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domingo, 11 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
O SIGNIFICADO DA SEMANA SANTA

A primeira Semana Santa, pelo plano de Deus, foi à semana mais importante da vida de Jesus Cristo. Esta nossa semana santa, da mesma forma, deverá ser a semana mais importante da vida de cada um de nós. Deve ser uma semana de oração e reflexão, da compreensão dos eventos da paixão de Jesus Cristo, do conhecimento da mensagem de Deus para seu povo.
Introdução:
1. Local: toda a paixão de Cristo ocorre em Jerusalém e seus arredores;
2. Época: provavelmente no ano 30 d.C., durante a semana da páscoa dos judeus, entre o 9º e o 16º do mês judaico de Nisã (março/abril). Jerusalém lotada de peregrinos;
3. Condições políticas: a nação judaica estava sujeita a Roma. Seu governador era Pôncio Pilatos; os judeus eram legislados pelo sumo-sacerdote Caifás e pelo conselho dos 70 anciãos. Na Galiléia, região do norte da palestina, Herodes era o rei;
4. Acontecimentos recentes: Jesus de Nazaré, que por três anos pregou o Reino de Deus, operou milagres, e finalmente tinha sido proclamado o Filho de Deus, crescia em popularidade de tal forma que os sacerdotes judaicos viram nele séria ameaça a sua autoridade sobre o povo. A recente ressurreição de Lázaro fez com que muitas pessoas acreditassem em Jesus.Os líderes judaicos haviam planejado matar Lázaro e Jesus por incitar motins, e então acabar com a revolta que pudesse estar surgindo. Entretanto, como nação sujeita, subjugada, não poderiam condenar ninguém à morte. Apenas o imperador romano possuía tal autoridade. Agora, com a páscoa dos judeus, havia uma deixa. Sob estas circunstâncias começa a Semana Santa.
O Domingo de Ramos
Tanto Jesus como a população conheciam a oposição das autoridades, mas decidiu não se esconder. Na páscoa, no domingo pela manhã, quando os peregrinos estavam viajando para Jerusalém, Nosso Senhor saiu de Bethânia para Jerusalém, pela estrada principal. Ele enviou os discípulos para buscarem um jumento, como que preparando uma celebração. Os seus seguidores entusiasmados mobilizaram uma procissão triunfal, e triunfante Nosso Senhor entrou na cidade Santa. Esta entrada triunfal foi o grande momento pelo qual Nosso Senhor pôde proclamar o seu reino messiânico. Uma grande excitação prevaleceu na cidade sobre esta chegada. Em direção ao fim do dia, ele pregou a sua morte como sendo "levado da terra", e disse às pessoas: "Ainda um pouco a luz está entre vocês. Andem enquanto ainda possuem a luz, pois a escuridão não os alcançará". Este era o crepúsculo da luz do mundo. Ao anoitecer Nosso Senhor retornou com seus discípulos para Bethânia.
Segunda-Feira Santa
Os eventos dos próximos três ou quatro dias não estão claramente divididos nos evangelhos, mas o caminho é demonstrado pelas ações de Nosso Senhor na segunda-feira. Sua atividade neste período foi intensa. Não nos foi relatado todas as ações. Ele era protegido pelo povo nas suas disputas com as autoridades. Nosso Senhor viria a Jerusalém pela manhã, ficaria três dias ali, ensinando e discursando no Templo, à noite sairia da cidade, e se retiraria ao monte das Oliveiras (onde estavam Bethânia e Getsêmani). Vindo cedo à Jerusalém, Nosso Senhor encontrou uma figueira que tinha folhas, mas não frutos - um símbolo do judaísmo, cuja religião possui muitas folhagens e práticas, mas sem espírito interior e sem frutos.
Terça-Feira Santa
Um dia de grandes disputas públicas com escribas e anciãos. Eles desafiaram a autoridade do Senhor. Ele contou a parábola dos vinhateiros, respondeu à questão sobre o tributo a César, ao caso apresentado pelos fariseus da mulher com seus sete esposos e a ressurreição, falou sobre o maior mandamento, questionou-os sobre "o filho de Davi". Ele concluiu os debates com uma denúncia aos fariseus e com os "sete ais", expressando uma angustiante lamentação sobre Jerusalém. Saindo da cidade, se aproximando do monte das Oliveiras, tristemente previu que lá não sobraria "pedra sobre pedra". Questionado sobre o destino de Jerusalém e do mundo, falou seu discurso escatológico e contou a parábola das virgens para alertar sobre a vigilância.
Quarta-Feira Santa
O mesmo calendário foi seguido. O sumo-sacerdote encontrava-se preocupado. As autoridades judaicas queriam eliminar Jesus. Deveriam agir antes que ele saísse da cidade e antes da festa da páscoa. Deveriam agir o mais rápido possível. Em seu encontro, uma ajuda veio de uma fonte inesperada - Judas. Por trinta moedas de prata, aceitou trair Jesus. Ficaram muito satisfeitos, seria muito mais fácil prender Jesus agora de forma mais rápida.
Quinta-Feira Santa
Dia de preparação para a páscoa dos judeus. Jesus foi à Bethânia para a ceia da páscoa. Ao anoitecer se encontraram para a celebração, e Jesus lavou os pés dos discípulos. Próximo do fim da ceia, Judas, o traidor, se retirou. Nosso Senhor instituiu o Santo Sacrifício como sua eterna memória. Falou sobre as negações de Pedro, e em seu último discurso, os encorajou a amarem-se uns aos outros. Indo ao Getsêmani, tomou consigo três discípulos, e começou a sua agonia nos jardins.
Sexta-Feira da Paixão
Passava da meia-noite quando Nosso Senhor acordou novamente os três apóstolos. Judas e os soldados se aproximavam para prender Jesus. "A hora da escuridão". Por volta de 2 horas da madrugada foi levado à casa de Anás (sogro de Caifás), para uma investigação preliminar. Logo após foi levado ao sumo-sacerdote Caifás que, junto a membros do Conselho (Sanhedrin), fizeram interrogações antes do julgamento que estaria por vir. Por volta de 5 da manhã todo o Conselho se encontrara em seção extraordinária. Lá havia muitas testemunhas falsas e contraditórias. O sumo-sacerdote então perguntou a Jesus se ele era o Messias, o Filho de Deus. Quando Nosso Senhor respondeu afirmativamente e previu que todos o viriam voltar no julgamento, todos gritaram que isto era uma blasfêmia e que por isso merecia a morte. Findou então o julgamento religioso. Durante e entre estas audiências, Nosso Senhor foi insultado pelos guardas, Pedro o negou e se arrependeu, e Judas, após ouvir a sentença de morte, suicidou-se.
Por volta das sete da manhã, Pôncio Pilatos, o governador, ouviu as acusações de excitação política por parte do prisioneiro. Não vendo culpa nele, o enviou a Herodes, rei da Galiléia, que o enviou de volta vestido em um manto de escárnio. Pilatos, tentando libertar Jesus, foi forçado a libertar Barrabás. Ainda tentando soltar Jesus, enviou-o para ser açoitado, e depois o apresentou ao povo. Eles ainda queriam condenar Jesus, pedindo a crucifixão. Pilatos então lavou as mãos, e o entregou para que fosse crucificado. Carregando a sua própria cruz, ele cruzou 1/4 de milha até o Gólgota, e lá, entre dois ladrões, Nosso Senhor foi crucificado. Por volta das três da tarde, ele morreu. O corpo foi retirado e colocado em um sepulcro cavado na rocha, pertencente a José de Arimatéia.
A Crucifixão
Nos tempos antigos os criminosos eram executados por crucifixão. Era uma técnica oriental de execução que fora adotada pelos romanos. Em nossos dias penas capitais são muito mais raras. Os criminosos são executados na cadeira elétrica, câmara de gás, injeção letal, etc. Porém os romanos crucificavam.
A idéia era fazer o condenado morrer em público da forma mais terrível possível. Por isso deveria ser um espetáculo público. O condenado era primeiramente açoitado, para aparentar uma figura de sofrimento. Atravessava a cidade com o motivo de sua condenação escrita para que todos pudessem ver. O local de sua execução também deveria ser público - por exemplo, próximo aos portões da cidade ou ao monte, como uma lição para todos.
Quando fixado à cruz por pregos ou cordas, o homem seria elevado. Os pés deveriam ficar ao nível das cabeças dos pedestres. Ele, então, nesta condição, deveria aguardar a morte, olhando as pessoas passando, ouvindo seus escárnios e insultos. Poderiam viver por dias, até que a fraqueza, sufocação pela fumaça de fogo ou agressões os abatesse. Em tempos antigos, os corpos eram deixados na cruz, para servirem de comida aos pássaros. Mas depois era concedida uma permissão especial para enterrar os corpos. Foi desta forma que Jesus foi preso, condenado e executado - por nossos pecados.
Autor.
Tradução: Rondinelly Ribeiro
quarta-feira, 24 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
O Pai Misericordioso e a Tentação de Desistir

Que importância tem Deus na nossa vida! Poderia o ser humano viver sem Deus e sem uma referência de Deus que oriente a sua convivência! Alguém dizia que quando Deus e a religião desaparecem na vida das pessoas, essas se tornam presas fáceis das paixões e do individualismo. A história nos ensina que cada vez que a pessoa ou a sociedade abandona Deus, escolhe um ídolo. Na Biblia vemos o que aconteceu com o povo de Israel, quando obedece a Deus e segue o seu caminho, alcança o objetivo proposto, mas quando se afasta cae escravo dos seus erros e dominado por outros povos, como no Egito. Deus intervêm e o liberta conduzindo-o à Terra Prometida. E nessa caminhada através do deserto o povo cansa, espera por sinais visíveis e desiste, exige provas e desanima e acaba fazendo um bezerro de ouro para prestar-lhe culto.
Muitos ídolos desempenham o papel de substituto de Deus. No deserto foi o bezerro, em nossos tempos são outras centenas de ídolos. O que não muda são os seus efeitos: a indiferença de uns para com os outros, o individualismo, as brigas, as separações, a droga, as bebedeiras, as insatisfações, a corrupção, a violência, as injustiças.
O filho pródigo do evangelho de hoje, no desejo de buscar mais liberdade renunciou à sua posição de filho e foi para longe para ser cuidador de porcos e longe do Pai vai debilitando-se espiritualmente. Sonhou a sua felicidade com uma vida independente e voltou espoliado, esfarrapado, faminto e sem dignidade.
Não ter Deus em nossa vida nos leva a perder-nos. E qualquer um de nós pode perder Deus. Há muitos ídolos que nos querem atrapar. A atração idólatra é grande. Mas se isso vier acontecer, Deus não nos perde jamais. Ele nos busca, nos convida e nos acolhe como o Pai misericordioso que espera a volta do seu filho. O capítulo 15 do evangelho de S. Lucas é o coração do evangelho. O amor do Pai é o fundamento das atitudes de Jesus que acolhe a todos, inclusive e especialmente aos pecadores que mais necessitam da graça de Deus. E respondendo às críticas daqueles que se escandalizavam com a solidariedade de Jesus para com os pecadores – Os fariseus e os mestres da Lei criticavam a Jesus dizendo: “Esse Homem acolhe os pecadores e faz refeições com eles”- Jesus conta três parábolas. Elas mostram a atitude de Deus que vai à procura da ovelha e da moeda de prata que se perdem e que espera pela volta do filho pródigo.
Deus jamais desiste. Churchill, talvez o maior orador do século XX, famoso por combater os Nazis, numa cerimonia de graduação subiu ao palco para um discurso e com voz suave disse: “Jamais, jamais, jamais, jamais desistam”. Desceu do estrado e fez-se um prolongado silencio e logo todos de pé o aplaudiram. Moisés tinha motivo para desistir diante da testarudez dos israelitas. Deus realizava prodigios e o povo no meio das dificuldades se esquecia e novamente desistia.
Assim como nós, sentimos muitas vezes a tentação de desistir; esperamos por uma solução que nunca chega; rezamos, imploramos a intervenção de Deus e Ele nos responde com o silencio. Temos motivos para desistir.
Deus não, muito pelo contrário, jamais desiste, tem paciencia e é misericordioso; espera pela volta do Filho e o acolhe. Essa parábola tem dois aspectos: o processo de conversão do Filho pecador – a conversão sempre é um processo, nunca se dá por arte de mágica, num de repente – e o problema do justo representado pelo irmão mais velho, sobrio, obediente e trabalhador mas que não é um irmão e que se resiste a partilhar a alegria do perdão.
O Pai sai ao encontro dos dois filhos. Não desiste de esperar todos os dias e se alegra ao acolher o filho pecador que retorna à casa; e não somente o acolhe mas lhe devolve a dignidade de filho colocando-lhe o anel no dedo mas vai também ao encontro do filho mais velho e o convida para entrar e partilhar a alegria.
Nós podemos abandonar a nossa dignidade de filhos, Deus não abandona a sua missão de Pai. Quantos filhos pródigos e perdidos continuam ainda hoje longe da casa do Pai porque não há quem vá ao seu encontro. Quanta gente não participa da Igreja, da comunidade porque são mais os que condenam do que aqueles que acolhem.
A Palavra de Deus deste domingo é um convite para imitar o gesto do Pai que respeita a liberdade e decisões dos filhos; que continua amar e esperar; que está sempre preparado para abraçar os filhos que retornam; que acolhe com amor e que festeja a alegria do reencontro.
Portanto, jamais, jamais, jamais desista de Deus porque com Ele serás mais acolhedor, mais compreensivo e mais misericordioso. Parafraseando a Irmã Tereza de Calcuta: Se tu és gentil alguém pode acusar-te de interesseiro, seja gentil assim mesmo; se tu procuras alguém para pedir-lhe perdão, podes receber uma resposta mal educada, perdoe assim mesmo; se tu és honesto, alguém vai te enganar, seja honesto assim mesmo; se tu vives em paz alguém vai sentir inveja, seja feliz assim mesmo”.
Não desistas portanto dos teus bons propósitos, ainda que tudo diga o contrário, ainda que teu irmão abandone a casa e seja um ingrato, ainda que tu cometas os mesmos erros, ainda que não enxergues sinais visíveis de solução, espere e não desista. Não desista jamais porque Deus jamais desistirá de ti!
Pe. Scaravelli, c.s.
Galera, vamos ver quem consegue.... eu consegui!
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VENÇA SEUS PROBLEMAS!!!

Numa determinada floresta havia 3 leões.
Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:
- Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes.
Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?
Os 3 leões souberam da reunião e comentaram entre si:
- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 3 reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido.
Mas como descobrir?
Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado.
De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso.
Depois de usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, etc...eles tiveram uma idéia excelente.
O macaco se encontrou com os 3 felinos e contou o que eles decidiram:
- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema.
A solução está na Montanha Difícil.
- Montanha Difícil? Como assim?
- É simples, ponderou o macaco.
Decidimos que vocês 3 deverão escalar a Montanha Difícil.
O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.
A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta.
O desafio foi aceito.
No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.
O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados?
Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:
- Eu sei quem deve ser o rei!!! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.
- A senhora sabe, mas como? Todos gritaram para a Águia.
- É simples, confessou a sábia águia, eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.
O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu!
O segundo leão disse: - Montanha, você me venceu!
O terceiro leão também disse: - Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.
- A diferença, - completou a águia, - é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: É rei de si mesmo.
Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.
Não é preciso contar a moral da história, e apontar que a Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado, pois, mesmo porque, cada um é por ela tocado de determinado modo. E aplicada as mais variadas situações.
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