domingo, 14 de março de 2010

MENSAGEM DA PASTORAL DO DIZIMO


"Dízimo e Oferta: qual é a diferença?

Em Levítico 27, 30 podemos ler que “Todos os dízimos da terra, tomados das sementes do solo ou dos frutos das árvores são propriedade do Senhor: é uma coisa consagrada ao Senhor.”

Desta forma, o dízimo é a devolução do que pertence a Deus, pois é propriedade do Senhor que estava sob nossa tutela.

Se devolvemos o que pertence a Deus, o que nos sobra é nosso por obra e graça de Deus e podemos fazer uso conforme nossas necessidades.

No entanto, a nossa generosidade cristã nos impulsiona muitas vezes a compartilhar com nossa comunidade parte do que é nosso. Esta contribuição feita a partir do que nos pertence, após devolver o que pertence a Deus, é uma oferta.

Portanto, o Dízimo não nos pertence, pertence a Deus e por isso Lhe deve ser devolvido. Já a oferta é compartilhar parte do que é nosso por direito e, portanto, é expressão de generosidade para com os irmãos e amor e gratidão a Deus por tudo que Dele recebemos.

Cada um que dá as suas ofertas com alegria, é co-participante da obra do Senhor, construída com aquela oferta.

Tanto o dízimo quanto a oferta devem ser medidos conforme o coração, porque o coração tem a medida do amor e da justiça, da abundância e nunca da miséria.

Quando eu conheço as necessidades da minha comunidade, dos meus irmãos, devo corresponder a estas necessidades.

Seja dizimista e continue colaborando com suas ofertas!

Que Deus abençoe a todos nós.'

PASTORAL DO DÍZIMO

Dízimo é um ato de fé, de compromisso, de gratidão e de reconhecimento a Deus pelo que Ele é e pelo que fez e faz por nós. Ao oferecer o Dízimo o cristão expressa a sua convicção de pertença a Deus, tanto de si mesmo como de tudo o que possui. Antes, portanto, de ser partilha o Dízimo é ação de graças.

É importante saber que, por intermédio do Dízimo, o cristão reconhece que deve devolver, retribuir a Deus uma parte dos bens que lhe são dados pelo mesmo Deus. Ao conseguirmos algo, é porque Deus quer e permite. Essa atitude deve levar cada um de nós a conscientização de que fazemos parte de uma comunidade pela qual cada um de nós é responsável.

Evangelizar é dever de todo cristão e é uma tarefa árdua, ampla e difícil, que deve ser feita com muito amor. O Dízimo possibilita esta evangelização.

Quando você vem à Igreja participar da Santa Missa, percebe que tudo que existe aqui é para o seu próprio bem. Você encontra tudo que é necessário para uma boa celebração. Você entra e senta nos bancos, está tudo limpo; olha para o altar, velas acessas e flores. Olha para cima, a luz está iluminando, o sistema de som funcionando, e não percebe que alguém está contribuindo para que isto aconteça. Não podemos esquecer, ainda, a compra de materiais e utensílios litúrgicos (hóstias, cálices, cibórios, folhetos litúrgicos, etc.), a conta de água, telefone, material para a secretaria, salário do padre e dos funcionários, manutenção da igreja, despesas pastorais, com a formação, com a manutenção dos locais de reunião, da casa paroquial, despesas com a promoção humana e social, etc. Para atender todas estas necessidades e outras aqui não mencionadas a paróquia necessita do Dízimo de todos.

Dízimo e oferta não são a mesma coisa --> DÍZIMO é um compromisso assumido com a comunidade; é um direito e um dever que leva a uma contribuição regular e estável através da qual a paróquia se mantém. A OFERTA, por sua vez, é um gesto espontâneo, dado quando possível e sem a necessidade de uma quantia estável. Ambos – dízimo e oferta – se complementam e são a base de sustentação de uma comunidade organizada e evangelizadora.

Embora a palavra Dízimo tenha o significado de décima parte, ou dez por cento, cada pessoa deve livremente definir, segundo os impulsos de seu coração, qual seja o percentual de seus ganhos que deve destinar ao dízimo a ser entregue para a sua paróquia.

A responsabilidade pela organização do Dízimo cabe a Pastoral do Dízimo. Para que haja uma boa organização, é necessária muita evangelização.

A Equipe da Pastoral do Dízimo tem esta missão: conscientizar os paroquianos sobre sua responsabilidade para com a comunidade onde vivem e da qual fazem parte.

O objetivo primeiro da Equipe da Pastoral do Dízimo é:

conscientizar os fiéis sobre a dimensão bíblica, teológica e espiritual do Dízimo;

mostrar que o Dízimo é um ato de fé, de esperança e de caridade;

testemunhar a alegria de uma vida agradecida a Deus, através da oferta mensal do Dízimo;

apresentar o Dízimo como condição central da experiência de comunhão e participação e, portanto, da experiência de ser e de agir como Igreja.

O papel preponderante da equipe da Pastoral do Dízimo é o de ser conscientizadora. Mas há tarefas a serem executadas. Tarefas de cadastro de dizimistas, preencher o relatório do dízimo ao final das missas, redação e remessa de correspondências diversas aos dizimistas, confecções de cartazes, participações eventuais nas celebrações comemorativas e muitas outras circunstâncias que podem surgir. Não se pode esquecer um fator muito importante que é a prestação de contas, regular e periódica, das arrecadações do Dízimo.

Você que sente vontade de se inscrever como dizimista, procure a Equipe de Plantão durante as missas ou na Secretaria da Paróquia, fazendo o seu cadastro.

E você que suspendeu temporariamente a sua contribuição, renove a sua aliança de gratidão com Deus.

Olhe para a frente, recomece a partir deste mês.

Eis alguns sites interessantes sobre o dízimo:

http://www.psleo.com.br/dizimo.htm

http://www.saojoseoperarioasanorte.kit.net/pastorais/pdizimo.htm

http://www.paroquiadoacari.com.br/dizimo.htm

http://www.pastoraldizimo.hpg.ig.com.br/documentos.htm

O MENINO E A MOEDA

Um homem resolveu construir um muro. Depois que o muro ficou pronto sobrou um monte de entulho. O homem convidou um menino para remover aquele resto de obra. Combinou pagar a quantia de R$ 10,00. Era serviço para poucas horas. O serviço foi concluído em menos de 3 horas e o pagamento foi feito com uma nota de R$ 5,00 e cinco moedas de R$ 1,00. Mostrando alegria por ter recebido o seu pagamento, o menino colocou nos bolsos da frente da velha bermuda que usava, a nota e quatro moedas, no bolso de trás colocou a outra moeda. Curioso com o fato, o homem perguntou ao menino porque havia separado aquela moeda. Demonstrando muita consciência e segurança, respondeu o menino: “-O padre da minha Igreja leu na Bíblia que de tudo que a gente recebe, 10% é de Deus e que devemos devolver a Ele como Dízimo. Esta moeda é a parte de Deus que vou levar para a minha Igreja”.

Tragam seus Dízimos e recebam as bênçãos de Deus:


As pessoas religiosas, hoje em dia, ouvem muita coisa a respeito do dízimo. Os pregadores, freqüentemente, citam Malaquias 3:10 para encher os cofres de suas igrejas. Nesta passagem, o profeta de Deus disse: "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida."

Que texto de pregação poderoso! Mandamento de Deus. Obrigação clara. Teste de fidelidade. Garantia de bênção. Não é surpresa que esta seja uma passagem favorita de muitos pregadores modernos.

Mas estariam estes pregadores tratando corretamente a palavra de Deus (veja 2 Timóteo 2:15)? Deus exige nossos dízimos hoje em dia? Ele está prometendo bênçãos materiais abundantes em retribuição? Examinemos estas questões de acordo com a Bíblia para determinar o que Deus realmente quer (veja Atos 17:11).

Deus exige nossos dízimos, hoje em dia?

Não há dúvida que Deus exigiu o dízimo na Bíblia. Mas, para entender sua vontade para os dias de hoje, precisamos examinar as passagens que discutem o dízimo. Pesquisemos brevemente o ensinamento bíblico sobre este assunto.

O dízimo antes da lei de Moisés.

Antes que Deus revelasse uma lei escrita a Moisés, para governar os descendentes de Israel, encontramos duas ocasiões quando homens deram ou prometeram dízimos a Deus. Depois do resgate de pessoas e de bens que tinham sido tomados de Sodoma numa guerra, Abraão deu um dízimo a Melquisedeque, o sacerdote de Deus (Gênesis 14:18 20). Mais tarde, Jacó (o neto de Abraão) prometeu devolver a Deus 10 de sua prosperidade (Gênesis 28:22). Estes dízimos parecem ter sido voluntários.

Não há registro de qualquer mandamento de Deus a respeito do dízimo antes do tempo de Moisés. Certamente, o dízimo de Abraão não é mais um padrão para hoje na mesma forma que o exemplo de Noé não exige que nós construirmos uma arca hoje em dia. Pela mesma razão que pregadores hoje em dia não têm o direito de exigir que você construa um grande barco, eles não têm base para usar os exemplos de doações de dízimo do livro de Gênesis para exigir que você dê 10 de sua renda a uma igreja.

O dízimo na lei de Moisés.

É indiscutivelmente claro que Deus ordenou o dízimo na lei que ele deu através de Moisés. Muitas passagens mostram essa exigência (por exemplo, Levítico 27:30 33; Números 18:21 32; Deuteronômio 12:1 19; 26:12 15). O dízimo era uma característica da relação especial entre Deus e o povo escolhido de Israel (Deuteronômio 14:22 29). Nenhum estudante da Bíblia pode negar a necessidade do dízimo, sob a lei de Moisés.

Sempre que as pessoas se referem à lei de Moisés, é importante lembrar que Deus deu essa lei aos israelitas, descendentes de Abraão especialmente escolhidos. A manutenção dessa lei era necessária para mostrar que eles eram um povo separado, escolhido (Êxodo 19:1 6; Deuteronômio 26:16 19). Estes mandamentos a respeito do dízimo foram parte "da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel" (Neemias 8:1).

Malaquias viveu no mesmo tempo que Neemias. Ele era um judeu que pregava aos judeus (Malaquias 1:1). Ele viveu sob a lei de Moisés e encorajou outros israelitas a serem obedientes a essa lei (Malaquias 2:4 8, 10; 4:4).

Ele usou pensamentos dessa lei para prever as responsabilidades e bênçãos espirituais, ainda por vir, através de um descendente de Abraão, mas não impôs sobre todas as pessoas de todos os tempos a obrigação de dar o dízimo. Qualquer esforço para voltar à lei de Moisés, hoje em dia, é um esforço para reconstruir o muro de separação que Jesus morreu para destruir (Efésios 2:11 16). Certamente, os verdadeiros seguidores de Jesus não quererão anular seu sacrifício só para acumular dinheiro no tesouro de uma igreja!

O dízimo no Novo Testamento.

Todas as pessoas agora vivem sob a autoridade de Cristo, como foi revelada no Novo Testamento (Mateus 28:18 20; João 12:48; Atos 17:30 31). Sua vontade entrou em vigor depois de sua morte (Hebreus 9:16 28). Estes fatos nos ajudarão a entender as passagens do Novo Testamento, a respeito do dízimo.

Durante sua vida, Jesus reconheceu a autoridade da lei de Moisés. Ele era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e com a missão de cumprir essa lei (Mateus 5:17 18). Jesus criticou os judeus hipócritas, que negligenciavam outros mandamentos divinos, enquanto zelosamente aplicavam a lei do dízimo (Mateus 23:23; Lucas 11:42; 18:9 14). Jesus não ensinou que a lei do dízimo seria uma parte de sua nova aliança, que entraria em vigor após sua morte.

O livro de Hebreus fala do dízimo, para mostrar a superioridade do sacerdócio de Jesus, quando comparado com o sacerdócio levítico da Velha Lei (Hebreus 7:1 10). Esta passagem não está ordenando o dízimo para hoje em dia. De fato, o mesmo capítulo afirma claramente que Jesus mudou ou revogou a lei de Moisés (Hebreus 7:11 19). O dízimo não é ordenado na lei de Cristo, que é o Novo Testamento.

Que lei se aplica hoje?

Não vivemos sob a lei de Moisés, hoje em dia. Jesus aboliu essa lei por sua morte (Efésios 2:14 15). Estamos mortos para essa lei para que possamos estar vivos para Cristo (Romanos 7:4 7). A lei gravada nas pedras, no Monte Sinai, extinguiu se e a nova aliança permanece (2 Coríntios 3:6 11). A lei funcionou como um tutor para trazer o povo a Cristo, mas não estamos mais sob esse tutor (Gálatas 3:22 25). Aqueles que desejam estar sob a lei estão abandonando a liberdade em Cristo e retornando à escravidão (Gálatas 4:21 31).

As pessoas que voltam a essa lei estão decaindo da graça e se separando de Cristo (Gálatas 5:1 6). Não temos o direito de retornar a essa lei, para obrigar que guardem o sábado, a circuncisão, os sacrifícios de animais, as regras especiais sobre roupas, a pena de morte para os filhos rebeldes, o dízimo e qualquer outro mandamento da lei de Moisés.

Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade religiosa na nova aliança que ele nos deu através de sua morte. Ele é o mediador desta nova aliança (Hebreus 9:15). Seremos julgados por suas palavras (João 12:48 50). Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer tudo o que ele ordena (Mateus 28:18 20).

O que o Novo Testamento diz a respeito das dádivas?

Jesus, através de Paulo, ensina que as igrejas devem fazer coletas nas quais os cristãos darão de acordo com sua prosperidade (1 Coríntios 16:1 2). Temos que dar com amor, generosidade e alegria, conforme tencionamos em nossos corações (2 Coríntios 8:1 12; 9:1 9).

Portanto, podemos dar mais do que 10 ou menos do que 10 . Temos que usar nossos recursos financeiros, e todos os outros recursos, no serviço de Deus. Não somos mandados por Deus para darmos uma porcentagem especial.

E a respeito das bênçãos?

Malaquias pregou a uma nação carnal que estava sofrendo as conseqüências carnais do pecado. Ele prometeu bênçãos materiais de Deus para aqueles que se arrependessem de sua desobediência. Não encontramos esta importância material no Novo Testamento. Deus garante aos fiéis que eles não precisam se preocupar com as necessidades da vida (Mateus 6:25 33).

Mas o Novo Testamento não promete luxo, conforto e riquezas. Jesus sofreu nesta vida, e assim seus seguidores sofrerão (Marcos 10:29 30; Lucas 9:57 62). A preocupação com a prosperidade material nos distrai da meta celestial e nos arrasta à idolatria da cobiça (Colossenses 3:1 5). Tais motivos não têm nenhum lugar entre os cidadãos do reino de Deus.

Destorcendo Malaquias 3:10.

Aqueles que citam Malaquias 3:10 para exigir o dízimo, e prometem prosperidade material, estão destorcendo a palavra de Deus. Eles estão enchendo os tesouros das igrejas ao desviarem a atenção de seus seguidores das coisas espirituais para darem atenção às posses materiais. Pedro advertiu sobre tais mestres: "Também, movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme" (2 Pedro 2:3).

Mirando a meta celestial.

Deus oferece uma coisa muito melhor aos seus seguidores: um prêmio eterno no céu. Paulo nos desafia a mirar essa meta: "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas cousas lá do alto, mas não nas que são da terra" (Colossenses 3:1 2).

Em segundo lugar dízimo na Bíblia nunca está relacionado a dinheiro. Nunca. Nunca. Dízimo sempre está relacionado a comida, alimentos, produção agropecuária. Exceção ao caso de Abraão, que dizimou o despojo de guerra.

Não que não houvesse dinheiro nos tempos Bíblicos. Algumas taxas para o Templo só eram aceitas em forma de dinheiro (Ex 30:14 16 e 38:24 31). O dinheiro era utilizado para comprar sepulturas (Gn 23:15 16). O dinheiro era usado para comprar bois para serem oferecidos em sacrifícios (2Sm 24:24). Era utilizado para pagar tributos vassalos (2Rs 23:33,35). Era utilizado para comprar imóveis (Jr 32:9 11). Para pagar salários (2Rs 22:4 7). Para fazer câmbios da moeda (Mc 11:15.17). O próprio Jesus foi vendido por dinheiro.

Entretanto, Deus estabeleceu que as pessoas ligadas à produção agropecuária deveriam trazer os dízimos. Mas, nem todos trabalhavam plantando ou criando gado. Entretanto, a Bíblia fala de várias outras atividades profissionais não ligadas a agropecuária:

• Artesãos (Ex 31:3 5; 35:31 35; 2Rs 16:10);
• Padeiros (Gn 40:1 2; Jr 37:21; Os 7.4);
• Carpinteiros (2Sm 5:11; 2Rs 12:11; 2Cr 24:12; Ed 3:7; Is 44.13; Mt 13:55;
• Cozinheiros (1Sm 8:13; 9:23 24);
• Guardas (2Rs 22:4; 25:18; 1Cr 15:23 24; Jr 35:4);
• Pescadores (Is 19:8, Jr 16:16; Ez 47:10; Mt 4:18:13:48; Lc 5:2);
• Mestres de Obra (Rt 2:5 6; 1Rs 5:16; 2Cr 2:2,18; Mt 20:8);
• Ourives (Ne 3:8, 31 32; Is 40:19; 41:7; Jr 10;9);
• Caçadores (Gn 10:9; 25:27; Jr 16:16);
• Mercadores (Gn 23:16; 37:28; 1Rs 10:15; Ne 13:20; Mt 13:45);
• Músicos (1Rs 10:12; 1Cr 6:33; 9:33; 2Cr 5:12);
• Alfaiates (Ex 28:3; 35:25 26; 2Rs 23:7; Pv 31:19; At 9:39);
• Coletores de impostos (Dn 11:20; Mt 10:3; Lc 5:27).

O QUE A BÍBLIA DIZ A RESPEITO DO DÍZIMO Rev. Edilson B. Nogueira

1. Que significa a palavra dízimo? A décima parte de um rendimento. Na Bíblia indica a contribuição estipulada por Deus na Aliança para a manutenção da sua obra. Na Bíblia há várias palavras: ‘asar ( Gn 28.22; Dt 14.22 ; Dt 26.12; 1 Sm 8.15, 17; Ne 10.37.38;) ma aser (Gn 14.20; Lv 27.30 32; Nm 18. 21, 24, 26; 28; Dt. 12. 6, 11,17; 14.23,28; 26.12; 2Cr 31.5,6, 12; Ne 10.37,38; 12.44; 13.5,12; Ez 45. 11,14; Am 4.4; Ml 3.8,10;) deaktoo (Hb 7.6,9; ) apodekatoo (Mt 23.23; Lc 11.42; Hb 7.5) apodekateuo (Lc 18.12) dekate ( Hb 7.2,4, 8 9) {Baker s Dict. Theol}

2. Quando começou o dízimo? Com a Lei? Antes da Lei? A primeira menção do dízimo na Bíblia está em Gn 14.20 (Abraão à Melquisedeque) mas povos antigos (desde a Grécia à China) já pagavam o dízimo dos despojos de guerra (Heródoto 1. 89) aos seus reis e sacerdotes; os fenícios e cartagineses davam o dízimo à Hércules; os egípcios davam a 5ª parte da colheita ao Faraó (Gn 47.24) [ Davis, J]. O primeiro dízimo como tributo a Deus foi dado por Jacó (Gn 28:22)

3. Sobre o que se pagava os dízimos em Israel? Lv 27.30 32 > grãos, frutos, gado (todo 10º animal que passava antes de ir para o campo)

4. O dízimo era entregue somente em espécie, ou podia ser convertido em moeda? Somente frutas e cereais poderiam ser convertidos (Lv 27.31) com o acréscimo de 1/5 (120 ); gado não (Lv 27.33). O preço era avaliado pelo Sacerdote (Lv 27.23)

5. Quantos dízimos havia em Israel? O primeiro dízimo era trazido todos os anos ao santuário para os levitas, podendo comer dele o ofertante e sua família ( Dt 12.11,12) caso o ofertante morasse longe (quando da divisão da terra) poderia converter a sua oferta em dinheiro na sua cidade, e na cidade do santuário, convertê lo em gêneros que seriam comidos com os levitas; um segundo dízimo era alçado de 3 em 3 anos (além do consagrado ordinariamente no santuário) e deixado à disposição de levitas viajantes, imigrantes estrangeiros, órfãos, e viúvas e deste dízimo o ofertante não comeria. (Dt 26.12 15); o terceiro dízimo era o dízimo dos dízimos, feitos pelos levitas.

6. Onde eram entregues e consagrados os dízimos? ordinariamente na Casa do Senhor (Ml 3.10) e extraordinariamente nas cidades, quando do 2º dízimo do 3º ano.

7. Para quem ia o dízimo dos hebreus? Para a tribo dos levitas ( Nm 18.21 32) por não terem nenhuma herança em Israel. Houve tempo em que Israel não pagou o dízimo e o serviço do Templo parou (Ne 13.10)

8. Os levitas estavam isentos do dízimo por trabalharem no santuário? não, os levitas também davam o dízimo dos dízimos (Nm 18.26) à Arão e seus descendentes (Ne 10.37,38)

9. Quais são as bênçãos relacionadas com a fidelidade no dízimo? Dt 28.1 14; Ml 3.10 12

10.Quais são as maldições relacionadas à infidelidade no dízimo? Ml 3.9; Dt 28.15 68; Estas maldições são confirmadas em Ageu 1.5 6 {Ananias e Safira morreram porque venderam uma propriedade e comeram em casa parte do dízimo (At 5).

11.O cristão é obrigado a pagar o dízimo? não, o dízimo é um ato de fé assim como amar, servir e andar com Deus é um ato de fé da Nova Aliança. 10 é o mínimo (até o fariseu fazia isso) o crente da nova aliança deve dar generosamente porque Cristo deu a sua vida por nós (2 Co 8.9), portanto devemos contribuir com alegria, de acordo com o seu ganho (1Co 16.2).

12.Quando alguém faz um voto ao Senhor, no sentido de consagrar alguma oferta, o que acontece se não cumprir? melhor não votar do que votar e arrepender (Dt 23.21 23)

13.Teria o Senhor Jesus confirmado o princípio do dízimo? é claro que sim, em Mt 23.23 Jesus diz que o dízimo (mesmo das mínimas coisas, endro, hortelã e do cominho) é para ser acompanhado pela justiça, misericórdia e fé.

14.O dízimo é do rendimento bruto ou do líquido? não há instrução específica sobre essa questão, mas o rendimento líquido pressupões descontos que teoricamente beneficiam o assalariado tais como ( INSS, IR, SEGURO SAÚDE, etc)

15.Também se dá dízimo de 13º salário e outras fontes? Jacó (Gn 28.22) e de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo ; a viúva deu tudo, todo o seu sustento (Lc 21.1 4) e Jesus deu a sua vida.

16.A criança não trabalha, não tem renda como contribuir? os pais devem repartir os dízimos com sua família para que todos participem da oferta.

17.Meu marido não é crente eu sou dona de casa, não tenho rendimentos como posso contribuir? dízimo de uma mesada ; dízimo em gêneros alimentícios; tempo para fazer a misericórdia (como Dorcas)

18.Ganho salário mínimo não posso dar o dízimo! o exemplo do Daví, nosso vizinho da Sud Menucci o sucateiro que dizimava os quilos de alimento que recebia por algum serviço prestado à nossa igreja.

19.Os dízimos são muito mal administrados pelo Conselho da nossa igreja não devo eu mesmo administrar e repartir o meu dízimo com os missionários ? não, a infidelidade dos administradores dos dízimos da Casa de Deus, recairá tão somente sobre eles, e não sobre os que foram fiéis no dízimo.

20. Qual a perspectiva do Novo Testamento sobre o Dízimo? O NT apresenta os seguintes propósitos para o dízimo:

a) para o sustento dos que vivem do ensino e pregação do Evangelho, 1 Co 9.14
b) para o auxílio dos pobres e necessitados, 1 Co 16.1 4.

Fonte : Pe. Jeronimo Gasques

quinta-feira, 4 de março de 2010

O QUE É MEMÓRIA?

O que é Memória?


Memória é tudo aquilo do que uma pessoa se lembra, como também sua capacidade de lembrar. Na mitologia grega, a memória era uma deusa, Mnemosine, que, unida a Zeus, gerou as nove musas, divindades responsáveis pela inspiração poética. Fisicamente, é o processo de aprender, armazenar e recordar uma informação. Memória não é História. Memória é o que registramos em nosso corpo. História é a narrativa que montamos a partir de nossa memória, a construção do que lembramos. Memória tampouco representa um depósito de tudo o que nos aconteceu. A memória é, por excelência, seletiva. Guardamos aquilo que, por um motivo ou por outro, tem - ou teve - algum significado em nossas vidas. Ela constitui o suporte fundamental da identidade individual e coletiva.

O TEMPO DA QUARESMA


A palavra Quaresma vem do Latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.

Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.

Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.




Qual o significado destes 40 dias?

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?

A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.

Ainda é costume jejuar durante este tempo?

Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.

Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.

O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.

O que é a Campanha da Fraternidade?

O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.

A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.

Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.

Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades.

Como começou a Campanha da Fraternidade?

Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal-RN, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.

Este projeto se tornou nacional no dia 26 de dezembro de 1963, com uma resolução do Concílio Vaticano II, a maior e mais importante reunião da igreja católica. O projeto realizou-se pela primeira vez na quaresma de 1964. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.

Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?

A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.

Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.

Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?

As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da Semana Santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.

Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.

Depois, vem a celebração da Sexta-feira da Paixão, também conhecida como sexta-feira santa, que celebra a morte do Senhor, às 15 horas. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.

No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.

Fonte: CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
Arquidiocese de São Paulo - Vicariato da Comunicação

quarta-feira, 3 de março de 2010

Nossa Paróquia da adeus àquele que foi um grande missionário + Frei Lucas



(FOTO TIRADA A CERCA DE MÊS ANTES DE SUA PARTIDA PARA CASA DO PAI)
NOSSA GRATIDÃO ÀQUELE QUE MUITO COLABOROU COM A CONTRUÇÃO DE NOSSA PARÓQUIA!
OBRIGADO FREI LUCAS NOSSO SAUDOSO VIGÁRIO! VÁ COM DEUS!!!

segunda-feira, 1 de março de 2010

ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DA NATIVIDADE

O mãe divina de Jesus Cristo nosso Salvador e Mãe tutelar de Sua Santa Igreja, Rainha dos céus e Mãe querida de todos nós.
Vós que recebestes de Deus Pai a missão de aparecer em terras brasileiras no recanto abençoado de Natividade, para onde acorrem os peregrinos de Vossa devoção em busca de ajuda e proteção; Vós que pisastes o regato cuja água milagrosa bebemos; Vós que deixastes a misteriosa pedra como penhor de Vossa presença permanente, Vós que ditastes sábias e sublimes exortações a Igreja a humanidade; Vós que destes Vossa maternal e privilegiada benção e que continuais a derramar Vossas prodigiosas graças.
No local de Vossas aparições ou na réplica de Vossa morada em Éfeso, de onde fostes levada ao encontro de Vosso Filho no reino de Deus, ouvi e acolhei este prece e este pedido, feitos com toda veneração, muito amor, confiança e humildade de quem Vos beija as mãos douradas e se ajoelha fervorosamente aos Vossos pés, e Vos agradece, com orações e penitências, entoando o hino de Vossa glória: Ave Maira, cheia de graça....
(Segue-se o pedido oral ou deixado por escrito).

Esta oração, feita pelo Dr. Fausto de Faria, é baseada em suas habituais e humildes preces no Santuário de Natividade desde 1968.

I Kairós (ContinuaçãoII)





I Kairós (Continuação)





I Kairós (tempo de Deus, da Graça) Animação da RCC de Itiruçu!

Kairos (καιρός) é uma antiga palavra grega que significa "o momento certo" ou "oportuno". Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: chronos e kairos. Enquanto o primeiro refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, esse último é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece. É usada também em teologia para descrever a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", enquanto chronos é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens".

Na teologia cristã, em síntese pode-se dizer que chronos, o tempo humano (medido), é descrito em anos, dias, horas e suas divisões. Enquanto o termo kairos, que descreve "o tempo de Deus", não pode ser medido, pois "para o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia." (2 Pe 3:8).







CALENDÁRIO PARÓQUIAL 2010

ATENDIMENTO PASTORAL 2010

MISSAS NA COMUNIDADE DO CENTRO

NA IGREJA
Aos Domingos 19:30h
1ª Terça-feira (Hora da Graça) 12:00h
Quarta-feira 18:00h
Quinta-feira jovem 19:00h
Todos os Sábados
(Missa das Crianças) 16:30h

NOS BAIRROS - Durante a Quarema todos os dias! após! uma vez por semana!


ATENDIMENTO PASTORAL DIAS HORÁRIO

Preparação para pais e padrinhos
(curso de Batismo) 1ª quarta e quinta-feira 19:30h

Celebração do Batizado 2° Domingo 10:00h

Catequese com Crianças Aos Sábados 15:00h

Catequese Infanto-juvenil

(Primeira-comunhão) Aos Domingos 09:00h

Catequese da Crisma Aos Domingos 10:00h

Catequese com Adultos Às Terça-feira 19:00h

Pastoral Litúrgica Às Sexta-feira 19:00h

Confissões Todas as Terças e Quintas Dia e noite

Hora da Graça Todas as Terças 12:00h

Adoração ao Santíssimo Sacramento Todas as Quintas Das 09:00h às 18:00h

Juventude Missionária (Grupos de Jovens) Aos Sábados 19:00h

Escola de Lideres Toda 1ª e 3ª Terças 19:00h


CALENDÁRIO 2010

MÊS DIAS EVENTO LOCAL

FEVEREIRO
27 Reunião de coordenadores Itaquara
28 I Kairós (RCC) //

MARÇO
14:00 06 Formação p/ Pastoral Familiar Itaquara
19:30 06 I Desfile de Mulheres (Pastoral da Criança) Itaquara
19-21 Seminário de Vida no Espírito Santo (B) Itaquara
19-21 Catequese Jequie
26-28 I Maria Leva-nos a Jesus Itaquara
29 Missa dos santos Óleos Catedral
28 – 04 SEMANA SANTA Itaquara

ABRIL
03 SABADO DE ALELUIA
04 DOMINGO DE PASCOA
10 Ordenação Presbiteral do Diac. Claudio Catedral
11 Encontrão da CF Irajuba
16-18 Escola de Missiologia CTL
19 2 anos de Ordenação do Padre Itaquara
24 Ordenação Presbiteral do Diác. Flávio Ferreira Jaguaquara
30 - 02 Encontro da RCC Itaquara

MAIO

Visitação de Nossa Senhora às casas
09 Dia das Mães
21-22 Retiro de Pentecostes Itaquara
22 Ordenação Presb. Diác. Eneilsom Apuarema
10:00 23 Crisma Itaquara
25 Festa de Aces (Legião) //
17:00 29 II Entardecer com Maria //
19:30 29 Café Nordestino Itaquara

30 II Entardecer com Maria Itaquara

JUNHO

18:00 03 Corpus Christ (Organizar o tapete) //
11 - 13 Escola de Missiologia CTL
18 - 20 Encontro Diocesano da Pastoral da Criança Medianeiras da Paz
19 Sorteio do Balaio Junino
20 II Forróquial A definir

JULHO

02 - 04 Romaria da Terra e das Águas Lapa
02 – 04 Encontro de Catequese CTL
18:00 07 Show de Talentos Itaquara
08 - 11 Tríduo de São Pedro Duas Pontes
15 – 18 Congresso Nacional da RCC Belo Horizonte
23 - 25 Retiro da Legião de Maria CTL
31 Festival de Tortas //

AGOSTO

08 a 14 Semana Nacional da Família Paróquias
08 Feijoada da Pastoral da Criança Itaquara
13 a 15 Escola de Missiologia CTL
20 - 22 Encontro Vocacional CTL
21 Festival cachorro-quente Itaquara
22 Encontrão do Apostolado Casa Legionária
22 Encontrão da Catequese Jequié
29 Dia do Catequista
30 Abertura da Festa de Nossa Senhora da Natividade

SETEMBRO 01 a 08 FESTA – PADROEIRA

17-19 13° Congresso da RCC Irecê
27 Aniversário do Padre
30 a 03 Tríduo de São Francisco Agencia

OUTUBRO

03 ELEIÇÔES
15-17 Seminário de Missiologia A definir
16-17 Assembléia da Catequese CTL
24 DNJ
24 Jornada Apostólica (A.O)
31 2° turno das Eleições

NOVEMBRO

05-07 Assembléia diocesana da RCC CTL
02 Dia de Finados
13 a 15 Assembléia Eletiva da Pastoral da Criança Medianeiras da paz
20 Assembléia Paroquial Itaquara
25 a 28 Tríduo S. Coração de Jesus Itaquara

DEZEMBRO

02 a 05 Tríduo N. S. da Conceição Boqueirão
03 a 05 Assembléia Diocesana CTL
04 a 05 II Congresso Diocesano e dia Nacional da Pastoral da Criança A Definir
10 a 12 Escola de Missiologia CTL
26 a 30 Tríduo Sagrada Família Pau-Osso
1 a 25 Novena do Natal

OBS: Maiores informações ou alteração procurar o padre.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2010



“Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6,24). Com esta frase em destaque, o cartaz desta Campanha da Fraternidade representa o desafio de uma escolha quotidiana em nossa vida.

O fundo escuro evoca a penumbra de um templo onde, no recolhimento da oração, as mãos em atitude de súplica diante de uma vela feita não de cera, mas de dinheiro, revelam o drama do ser humano que precisa de bens materiais para satisfazer suas necessidades, mas que pode também se tornar escravo da ganância.

Aquelas mãos suplicantes dirigem uma prece a Deus, ou ao Dinheiro como se fosse Deus? É a luz de Deus que ilumina ou é o cintilar do ouro que atrai? O dinheiro é necessário no mundo dominado pelo mercado, onde tudo se compra e se vende. Precisa-se de dinheiro para comprar alimentos, roupa, para cuidar da saúde, para pagar o colégio, para adquirir a moradia e custear o lazer.

O cintilar do ouro e das moedas, porém, se mistura facilmente com a ambição e o desamor. Você pode se tornar escravo dos bens materiais e depositar neles a sua segurança. Você pode viver acumulando dinheiro e propriedades como se deles dependesse a sua vida. Você não pensa que seus bens podem ser supérfluos e suas necessidades podem ser imaginárias, induzidas pela propaganda, pela moda, pelas promoções de fim de semana. Você também acaba esquecendo que há crianças abandonadas, pobres morando nas ruas, pessoas famintas e doentes, e fica cuidando do seu dinheiro como se fosse Deus, fechando os olhos sobre as necessidades do próximo.

Este Cartaz convida você a se libertar da dependência dos bens materiais. A pôr a sua confiança em Deus. A fugir da ganância e do egoísmo. A cultivar sentimentos de fraternidade. A contribuir com o seu trabalho e os seus bens, para a construção de um mundo mais justo e solidário.


Fonte: Edições CNBB


CONSELHO NACIONAL DE IGREJAS CRISTÃS DO BRASIL
Secretaria Executiva
SCS Quadra 1 Bloco E - Edifício Ceará, sala 713
CEP. 70303-900 - Brasília – DF – Brasil
Fone/Fax: (61) 3321-4034 - 3321-8341
conic . brasil@terra . com . br - www.conic.org.br

Objetivo geral:

Unir Igrejas Cristãs e pessoas de boa vontade na promoção de uma economia a
serviço da vida, sem exclusões, criando uma cultura de solidariedade e paz.
Objetivos específicos:
A serem trabalhados em quatro níveis: social, eclesial, comunitário e pessoal.
Metodologia:
Ver, julgar e agir.

políticas dos governos a partir das condições de vida das pessoas
que sofrem pelo perpetuar-se do estado de pobreza e de miséria.
As CF ecumênicas de 2000 e 2005 estabeleceram dois pilares
fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e
solidária: a Dignidade Humana e a Solidariedade. A CF 2010 deve
considerar esses fundamentos, pois a transformação de estruturas
sociais e econômicas começa e é acompanhada por mudança
profunda de mentalidade e hierarquia de valores nos indivíduos, na
sociedade e na política. Educar para uma economia de justiça e
solidariedade é um dos objetivos da nossa campanha. Além de
denunciar que a competição e o lucro não resolvem os problemas
da qualidade de vida e da conservação do meio ambiente, a CFE
deve propor alternativas econômicas e sistemas integrados de
reformas estruturais.
Tendo presente que os DHESC e ambientais é um
conjunto mínimo que deve ser ética e politicamente garantido a
todas as pessoas, sem exclusão, a CFE 2010 deve mobilizar igrejas
e sociedade para ações eficazes que protejam a dignidade humana
das pessoas mais necessitadas e das pessoas em situação de risco.
A sociedade no seu conjunto tem obrigações especiais para com os
pobres e os vulneráveis.

CFE 2010 - Economia e Vida
“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24c)

Oração da Campanha da Fraternidade 2010 Ecumênica

“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” Mt 6,24c

Ó Deus criador,
do qual tudo nos vem,
nós te louvamos
pela beleza e perfeição
de tudo que existe
como dádiva gratuita para a vida.

Nesta Campanha da Fraternidade Ecumênica,
acolhemos a graça da unidade e da conivência fraterna,
aprendendo a ser fiéis ao Evangelho.
Ilumina, ó Deus, nossas mentes
para compreender que a boa nova que vem de ti é amor,
compromisso e partilha entre todos nós, teus filhos e filhas.

Reconhecemos nossos pecados
de omissão diante das injustiças
que causam exclusão social e miséria.
Pedimos por todas as pessoas
que trabalham na promoção do bem comum
e na condução de uma economia a serviço da vida.

Guiados pelo teu Espírito,
queremos viver o serviço e a comunhão,
promovendo uma economia fraterna e solidária,
para que a nossa sociedade acolha a vinda do teu reino.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.